Vacina de HIV da Johnson apresenta baixa eficácia em estudo feito na África

Apesar de não causar danos e ser considerado seguro, o regime vacinal demonstrou uma estimativa de eficácia muito baixa para ser considerado útil.
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A farmacêutica Johnson & Johnson anunciou nesta terça-feira (31), os novos resultados do estudo que avalia a eficácia da vacina contra o HIV. A notícia não é boa: a pesquisa realizada com 2,6 mil mulheres na África Subsaariana não demonstrou resposta imune significativa estimulada pelo imunizante.

Os locais de testes foram determinados pelo alto risco de infecção da região, onde meninas e mulheres representaram 63% de todas as novas infecções pelo vírus da AIDS em 2020, segundo o Unaids. As participantes do estudo eram do Malawi, Moçambique, África do Sul, Zâmbia e Zimbábue, receberam quatro doses da vacina no intervalo de um ano e tiveram um acompanhamento de 24 meses dos pesquisadores.

Apesar de não causar danos e ser considerado seguro, o regime vacinal demonstrou uma estimativa de eficácia muito baixa para ser considerado útil.

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