Uso inadequado do Ar Condicionado, pode potencializar a propagação do Coronavirus no Brasil

As incertezas sobre as formas de transmissão da Covid-19 ainda são grandes, mas sabe-se que sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado sem manutenção, além de Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) inadequado podem contribuir para a propagação de vírus e bactérias em ambientes fechados, incluindo o Coronavírus (SARS-CoV-2).

Prova disso, é que recentemente o governo chinês decidiu regulamentar o uso de sistemas de ventilação e ar-condicionado em locais públicos como escritórios, por exemplo, determinando que a operação dos equipamentos de climatização deve ser paralisada assim que for identificado um caso suspeito ou confirmado de pneumonia causada pelo micro-organismo (Covid-19).

“A sazonalidade, sobre tudo o verão, pode potencializar a proliferação do vírus aqui no Brasil. Isso porque no verão, o ar condicionado é utilizado com maior frequência e falta de cuidados com a higienização dos equipamentos, associado as temperaturas abaixo dos 23º, pode ser um fator de risco, diz Abraão Barbosa. “Já sabemos que o coronavirus está associados a um quadro de infecção respiratório, e ambientes climatizados, são ambientes fechados, na maiorias das vezes sem renovação de ar externo, o que torna o que por si só, já potencializa o desencadeamento de uma série de problemas respiratórios, como: renite, sinusite, asma, resfriados, pneumonia entre outros, afirma o empresário.

“O empresário reforça, que se o ar condicionado não recebeu os devidos cuidados preventivos nos últimos 6 meses, não adianta só limpar os filtros, é preciso acessar o interior do equipamento para que seja feito uma higienização microbiológica, fungos e bactérias podem estar alojados em locais que só com a desmontagem do equipamento é possível acessar”, completa o empresário.

Segundo a Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento – ter o PMOC em dia ajuda a manter os níveis de concentração de poluentes e um ambiente mais saudável, além de ser lei desde 1998. Portanto, além de ser prejudicial à saúde, não estar em dia com a regulamentação pode gerar multas que variam de R$ 2.000,00 (dois mil reais) até R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais).

Empresas especializadas em limpeza e manutenção costumam ter planos anuais acessíveis, que garantem a qualidade do ar, sem danos à saúde ou ao bolso. “Vale muito mais a pena investir na prevenção do que na cura”, finaliza Abraão Barbosa.

Mais informações: www.doctorfrio.com.br

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