Foto: Reprodução de vídeo / Globoplay

Unidos da Tijuca levou a mata para a Avenida

A Tijuca fez um alerta: a natureza é forte e sempre se renova, mas precisa ser bem cuidada.
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A Unidos da Tijuca levou para a Sapucaí a lenda do guaraná, fruto amazônico, que deu origem à tribo Sateré-mawé. Ela também aproveitou a história indígena para falar dos ciclos da vida, descendência e resistência.

Foto: Reprodução de vídeo / Globoplay

A Tijuca fez um alerta: a natureza é forte e sempre se renova, mas precisa ser bem cuidada. O enredo que a escola levou para a Avenida é uma manifestação pela autonomia dos povos da floresta e destacou que eles são os donos da terra.

A lenda do guaraná, uma das mais populares da cultura brasileira, diz que o fruto que vem da Amazônia é, originalmente, os olhos de um indiozinho que foi mordido por uma serpente quando estava pegando frutos na floresta.

Foto: Reprodução de vídeo / Globoplay
Foto: Reprodução de vídeo / Globoplay

Confira o samba da Unidos da Tijuca:

“Waranã – A reexistência vermelha”
Compositores: Anderson Benson, Eduardo Medrado e Kleber Rodrigues


Erê, essa mata é sua... É sua
Erê, vem provar doce mel... Doce mel
Waranã da Tijuca
Vem brincar no Borel

Alto céu
De Tupana e Yurupari
Duas forças que vão fluir
A energia de Monã
Que equilibra o bem e o mal
Um lugar onde as pedras podiam falar
Onde irmãos desfrutavam
A beleza singular
Anhyã, bela e habilidosa
Mas a cobra ardilosa usa a flor pra lhe tocar

E nasce Kahu’ê, o curumim
De olhos alegres… sempre assim
Presença tão breve
A ingenuidade sucumbe à maldade

Renasce Kahu’ê, o curimim
Seus olhos alegres não têm fim
Pois o bem é maior, vai reexistir

Vida ligeira, passageira
Plantada no solo da pura emoção
De pele vermelha, os frutos de uma nação
Vida inocente, vira semente
E ao som de uma ave a cantar
Floresce imponente o povo do guaraná
E se a cobiça e o fogo chegarem na aldeia
Deixa a força Mawé ressurgir
E sorrir quando o sol reluzir
Nesse dia eles vão temer
E o amor vai vencer
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