Uma pessoa é estuprada em Petrópolis a cada quatro dias

Nas últimas semanas, assuntos polêmicos envolvendo casos de estupro no Brasil, como também em Petrópolis, tem ganhado as manchetes dos principais jornais do país.

O número de casos de estupro diminuiu 33,7% em Petrópolis, entre os meses de janeiro e julho deste ano, se comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 77 para 51 registros. O número atual representa um caso de estupro na cidade a cada quatro dias, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP).

Nas últimas semanas, assuntos polêmicos envolvendo casos de estupro no Brasil, como também em Petrópolis, tem ganhado as manchetes dos principais jornais do país.

No norte do Espírito Santo, em São Mateus, uma criança de apenas 10 anos engravidou depois de ser estuprada pelo próprio tio. Já na Cidade Imperial, um jovem de 20 anos foi preso acusado de estuprar a própria irmã, de 13 anos, no bairro Quitandinha.

A quantidade de casos de estupro nas delegacias de Petrópolis tem registrado queda desde o ano passado. Em 2018, de janeiro a dezembro, foram totalizados 141 crimes de estupro. No ano seguinte, caiu para 126, totalizando queda de 10,6%.

O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram), referência no município para atendimento às vítimas de violência social, mesmo fechada no período de isolamento social, recebe denúncias através do número (24) 98839-7387. O Cram encaminha as vítimas para algum serviço essencial, como delegacia, hospital, ou, se for o caso, é levada às profissionais técnicas que estão de plantão.

Além do telefone do Cram, denúncias de violência doméstica também podem ser feitas para a Polícia Militar, pelos números (24) 2291-4020, 2242-8005, além de poder contatar via WhatsApp a emergência da PM, pelo número (24) 99222-1489. Vale ressaltar que as principais formas de denunciar, além das delegacias especializadas, são através do Disque-Denúncia. A linha 180 é da Central de Atendimento à Mulher, e funciona 24h por dia. O atendimento nesta linha garante o anonimato da vítima e do denunciante, além de fornecer suporte psicológico e de atendimento à vítima.

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