REUTERS/Juan Medina

Um mês após erupção do vulcão Cumbre Vieja, ilha de La Palma se torna irreconhecível

A área de terrenos destruída é de 811,8 hectares, além de 1.956 edifícios que foram desmantelados.
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Um mês depois da erupção do vulcão Cumbre Vieja, a ilha de La Palma, na Espanha, está irreconhecível em alguns lugares. A área de terrenos destruída é de 811,8 hectares, segundo os últimos números divulgados pelo sistema de satélites Copernicus da União Europeia. Por outro lado, estima-se que 1.956 edifícios foram desmantelados. O número de quilômetros de estradas afetadas é de 64,3, dos quais 60,5 estão totalmente destruídas.

Com a atividade vulcânica, a visibilidade no território torna-se difícil e a quantidade de matéria que continua a sair do vulcão impressiona. Apesar de nas últimas horas, ter entrado numa fase de “estabilidade e lentidão”.

Há sinais de alguma normalização no dia a dia dos moradores. As autoridades responsáveis pela educação nas Ilhas Canárias permitiram que as aulas nas escolas fossem retomadas nos municípios mais afetados pelo vulcão (Tazacorte, Los Llanos de Aridane e El Paso), com um número de alunos superior a 90%.

Além de tudo, ocorreu neste fim de semana o terremoto de maior magnitude (4,6), a 37 quilômetros de profundidade. Segundo o Plano de Emergência Vulcânica da Ilhas Canárias (Pevolca), é possível que se repita.

O presidente da comunidade autônoma espanhola das Ilhas Canárias, Ángel Víctor Torres, disse que não acredita que o fim da erupção em La Palma está iminente.

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