Foto: Iphan/Divulgação

Última etapa do processo de licitação para o restauro do Painel de Djanira acontece nesta sexta-feira

Três empresas apresentaram proposta no início do processo, mas duas não passaram pela fase de habilitação. Aquela que se manteve na concorrência passou também pela segunda etapa (com a proposta técnica) e participa da fase final do processo.
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Nesta sexta-feira (07) será aberto o último envelope (com os preços) para a conclusão da licitação para o restauro do Painel de Djanira. Três empresas apresentaram proposta no início do processo, mas duas não passaram pela fase de habilitação. Aquela que se manteve na concorrência passou também pela segunda etapa (com a proposta técnica) e participa da fase final do processo. Se a empresa for aprovada também nesta etapa, haverá a assinatura do contrato.

O valor máximo aceito pelo processo de licitação é de R$ 717.849,99 e a previsão é que, após iniciado, o trabalho seja concluído em até oito meses. O grande painel, com 12,75 metros de comprimento e 3,50 metros de altura, com data de 1953, retrata paisagens e cenas típicas de Petrópolis. A obra traz elementos que remetem à cidade, como o Museu Imperial, as carruagens, as fábricas de cerâmica e de tecido.

“Em um processo normal de licitação, o valor mais barato ganha. Nesse caso, por ser um trabalho bastante específico, a técnica usada precisava ser levada em consideração. Por isso, o andamento do processo passou pela apreciação do Iphan. Nossa museóloga também participou dessa aprovação”, explica Leandro Kronemberger, diretor-presidente do Instituto Municipal de Cultura.

“Será muito positivo para a cidade ter restaurada uma obra de Djanira. Eu, como petropolitano, fico muito feliz em dar continuidade a esse trabalho”, completa o prefeito interino Hingo Hammes.

O painel Djanira é uma das peças mais importantes já produzidas pela artista. Ela residiu em Petrópolis durante o período em que pintou o painel para o Liceu Municipal. A contratação do serviço de restauração é resultado de um termo de ajustamento de conduta firmado entre a prefeitura e o Ministério Público Federal em 2016. A obra é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1982.

“Essa é uma obra de arte de valor inestimável. Importante ressaltar que o painel está numa sala no Centro de Cultura Raul de Leoni, num ambiente climatizado, com luz apropriada, enquanto aguarda a licitação que vai definir a empresa responsável pela restauração”, completa Berg.

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