Foto: Pedro Pupo / Teatro Unimed

Seu Jorge exalta a força das mulheres no Hora de Naná, sexta, 24 de setembro

Com direção de Monique Gardenberg e Guilherme Leme Garcia, programa reúne entrevistas com outros artistas, como Ana Carolina, Reynaldo Gianecchini, Mart’nália, Elias Andreato e Claudia Raia, grátis, no site do Teatro Unimed.
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O cantor e ator Seu Jorge é o convidado especial do programa Hora de Naná, nesta sexta-feira, 24 de setembro, às 21h, grátis, no site do Teatro Unimed (www.teatrounimed.com.br). O programa, comandado por Naná Karabachian e dirigido por Monique Gardenberg e Guilherme Leme Garcia, reúne um time de estrelas formado também por Ana Carolina, Reynaldo Gianecchini, Mart’nália, Elias Andreato e Claudia Raia.

Seu Jorge fala sobre seus 30 anos de amor pela música, cinema e teatro e, do alto dos seus 51 anos, afirma estar “no primeiro ano de idade da segunda juventude, (…) festa de criança total”. Marcado pela emoção (que o faz, algumas vezes ao longo da conversa, ficar com os olhos marejados), o bate-papo flui sobre temas como aprendizados diários, o poder do perdão, as cicatrizes (inclusive uma que tem no braço, fruto de uma queda de uma estrutura de iluminação pública enquanto caminhava em plena calçada), perdas, saudades, sedução, romances, suas três filhas, seu lado feminino, a força das mulheres (e o quanto os homens têm que aprender com elas!) e as relações entre acaso e destino: “Acho que o acaso e o destino se encontraram e beijaram na boca e deu nessa estrada que eu tenho hoje”.

Ao falar sobre inspiração, lembra a música Letras (João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro), que diz “… é uma luz que chega de repente, com a rapidez de uma estrela cadente que acende a mente e o coração”. Refletindo sobre o que falta para a total liberdade, afirma: “Nós precisamos nos libertar do racismo estrutural, da violência doméstica, da homofobia, do autoritarismo, da falsa sensação de sucesso, da hipocrisia”. E finaliza cantando uma música que ele mesmo gostaria de ter composto, Minha Missão (também de João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro), que tem entre os versos: “Quando eu canto, é para aliviar meu pranto e o pranto de quem já tanto sofreu. (…) Canto para anunciar o dia, canto para amenizar a noite, canto pra denunciar o açoite, canto também contra a tirania. Canto porque, numa melodia, acendo no coração do povo a esperança de um mundo novo e a luta para se viver em paz! (…) Há os que vivem a chorar, eu vivo pra cantar e canto pra viver”.

A cada semana, o Hora de Naná apresenta um novo programa, um testemunho de vida que surpreende, diverte e emociona, por ser uma troca entre duas pessoas ligadas por uma longa história de amizade e carinho, sempre revelando curiosidades e um novo olhar sobre alguns dos mais queridos ídolos brasileiros. Os quatro primeiros programas com Ana Carolina, Reynaldo Gianecchini, Mart’nália e Elias Andreato já estão disponíveis. O último programa será com Claudia Raia (1º de outubro). Todos poderão ser vistos, gratuitamente, no site do Teatro Unimed até o dia 10 de outubro de 2021.

Todos os programas foram gravados no palco no Teatro Unimed, em São Paulo, sem plateia. “É um imenso prazer voltar a São Paulo e poder gravar no palco do Teatro Unimed, com sua arquitetura acolhedora e muito funcional, um motivo de orgulho e um evidente sinal de que meu programa está sendo elevado a novos patamares. Papear com amigos queridos é daquelas coisas que mais me dão prazer na vida. Melhor ainda é poder compartilhar esses momentos de alegria com o grande público”, declara Naná.

Naná é uma dessas figuras queridíssimas por todos da classe artística. Suas entrevistas no mundo online têm sido muito aclamadas, principalmente por serem bate-papos muito descontraídos que deixam entrevistados muito à vontade, como poucas vezes vistos, e, ao mesmo tempo, abordam uma série de pontos que normalmente não vemos em talk shows. Isto se deve, sobretudo, à grande intimidade que Naná tem com as pessoas com quem ela conversa. “Quando assistimos a esses encontros, nos sentimos como voyeurs de uma relação que tem como marcas principais o profundo respeito entre amigos que se admiram, o que invariavelmente resulta em conversas de intensa verdade, com espontaneidade e humor surpreendentes”, afirma Guilherme Leme Garcia, um dos diretores do programa.

A relação pessoal com cada entrevistado somada a um olhar aguçado, bem humorado e absolutamente original marcam o jeito muito próprio com que Naná conduz cada encontro. Seu jeito intenso e sensível revela profunda atenção pelo outro. O que Naná exala é alegria, alto astral e muito amor pelas pessoas e pelo que faz. “Naná sempre foi uma pessoa muito querida pela classe artística.  Como produtora competente que é, sempre possuiu um olhar muito acurado acerca do trabalho de todos nós. Uma conselheira, amiga protetora, com uma habilidade muito particular: a de nos desarmar, chegar muito junto graças a sua sinceridade, humor e irreverência. Um dia, compreendi que aquelas conversas – sempre muito próximas e verdadeiras – podiam ser compartilhadas, divididas com o público”, afirma a diretora Monique Gardenberg.

E quem já teve oportunidade de conhecer Naná não poupa elogios. “Naná é uma pessoa extremamente apaixonada por Arte! Além de ser uma profissional altamente conectada com o novo”, lembra  Adriana Esteves. “Naná é uma mistura de inteligência, honestidade, firmeza, senso prático e um imenso senso de humor”, afirma Claudia Abreu. “Naná é um sol na minha vida. Trabalhar com ela é uma alegria, uma certeza de que o melhor será́ sempre buscado e feito, com coerência e justiça. Naná é um canal pra vida toda”, conclui Marina Lima.

O talk show Hora de Naná dá continuidade à programação 2021 do Teatro Unimed, como parte do projeto Teatro Unimed Em Casa, que estreou em 2020 com Luis Miranda, em Madame Sheila, e seguiu em 2021 com o espetáculo Dez por Dez, obra de Neil LaBute adaptada pelos Irmãos Leme e protagonizada por Angela Vieira, Bruno Mazzeo, Chandelly Braz, Denise Fraga, Eucir de Souza, Ícaro Silva, Johnny Massaro, Leopoldo Pacheco, Luisa Arraes e Pathy Dejesus, e, mais recentemente, o filme-concerto Criolo Samba em 3 Tempos. Uma iniciativa comprometida a levar a produção artística inédita e de qualidade até onde as pessoas estão, contribuindo para aumentar o acesso gratuito à cultura em tempos de isolamento social.

“Priorizar espaços que ofereçam cultura, arte e entretenimento é um dos objetivos da Central Nacional Unimed no cuidado com a população. Sabemos que as atividades que fomentam o bem-estar e a alegria são essenciais para a saúde. É uma grande honra contribuir com o Teatro Unimed em cada novo espetáculo, esperamos que o Hora de Naná seja um sucesso e um vetor de bons momentos para todos”, afirma Luiz Paulo Tostes Coimbra, presidente da Central Nacional Unimed.

“Estimular boas conversas, reflexões, aprendizados e, consequentemente, diversão de qualidade é algo que também faz parte da programação do Teatro Unimed. A espontaneidade de Naná consegue nos transportar para o seu lado e, juntos, conversamos com estas figuras tão importantes para a arte brasileira, compartilhando com elas o nosso amor pelo palco e o respeito com todos aqueles que produzem cultura neste país”, declara Fernando Tchalian, CEO da desenvolvedora Reud, controladora do Teatro Unimed.

Como tem feito durante todo o período de pandemia, o Teatro Unimed chama a atenção para iniciativas de apoio a profissionais das artes, fortemente afetados pela momento em que diminuiu a produção de espetáculos. Com o programa Hora de Naná (assim como foi no filme Criolo Samba em 3 Tempos), o público será convidado a apoiar o Backstage Invisível (www.backstageinvisivel.com.br), movimento que arrecada e distribui cestas básicas para profissionais das artes que trabalham atrás das cortinas. São técnicos, carregadores, montadores, seguranças, equipes de limpeza, assistentes, produtores, motoristas e vários outros profissionais, cujas famílias têm enfrentado uma situação de insegurança alimentar, em um período em que muitos palcos ainda estão vazios. Iniciativas anteriores foram dedicadas ao Fundo Marlene Colé e à APTR – Associação dos Produtores de Teatro.

Todos os profissionais envolvidos com as gravações de Hora de Naná tiveram contínuos registros de condições de saúde, sendo submetidos a testes periódicos pela rede de medicina diagnóstica Alta Excelência Diagnóstica, referência em tecnologia, inovação e qualidade médica, com foco no atendimento humanizado (www.altadiagnosticos.com.br). Além disso, como tem sido prática cotidiana do Teatro Unimed e do Edifício Santos-Augusta, realizou-se todo o protocolo de praxe de ações anti-Covid, com higienização contínua de equipamentos, acessórios, pisos e ambientes, uso de máscara obrigatório generalizado, higienização periódica das mãos, amplo distanciamento social e desinfecção diária dos locais.

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