O Setranspetro informa que vai cumprir a liminar expedida pela 4 Vara Cível, mas destaca que recorreu da decisão por ter dados e informações oficiais que comprovam que as discussões sobre o reajuste da tarifa ocorreram totalmente de forma transparente e respeitando os trâmites legais.

O assunto começou a ser discutido em fevereiro deste ano junto ao Comutran e a CPTrans.

Todas as informações usadas para o cálculo do reajuste da tarifa podem ser facilmente comprovadas com documentos oficiais, dados técnicos e notas fiscais dos itens que compõem a estrutura de custo do sistema, que inclusive, foram publicados no Diário Oficial do Município e podem ser facilmente consultados por qualquer cidadão. Por está razão confia na reversão da liminar.

O Setranspetro tem consciência que o assunto afeta a população e por isso busca, junto ao governo e a sociedade, novas alternativas para financiar o setor e promover o equilíbrio do sistema, que já vem, comprovadamente, apresentando déficits mensalmente com custos que não são supridos pela tarifa do transporte, como o último reajuste dos salários dos rodoviários, concedido em maio deste ano. Para o Setranspetro o reajuste da tarifa, além de estar previsto em leis e contratos acaba sendo, pelo momento, a única alternativa necessária para cobrir os custos do transporte, permitir a continuidade dos serviços prestados e os investimentos do setor.