Foto: Reprodução da Internet

Rosa Weber nega liminar que suspende votação da PEC dos precatórios

O segundo turno da votação, deve ocorrer nesta segunda-feira (9).
Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, indeferiu na segunda-feira (8), pedidos de liminares que visavam suspender o trâmite da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, a polêmica PEC dos Precatórios, na Câmara dos Deputados.

A Assembleia Legislativa, aprovou na última quinta-feira (4), por 312 votos a 144, a emenda aglutinativa da PEC que visa a renegociação dos pagamentos de precatórios. O segundo turno da votação, deve ocorrer nesta segunda-feira (9).

Com medo de que a proposta não conseguisse ser votada esta noite, de que a proposta não conseguisse ser votada nesta noite, Lira editou decreto da Mesa Diretora para permitir que deputados em missões oficiais nacionais e internacionais votem, mesmo sem estarem presentes no plenário da Casa.

“Ante o exposto, indefiro o pedido de medida liminar, sem prejuízo de exame mais acurado em momento oportuno”, assinalou Rosa Weber nas ações. A decisão foi tomada no âmbito dos mandados de segurança (MS) 38300, 38303 e 38304. As ações foram protocoladas por deputados federais, pelo ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (sem partido-RJ) e pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

As ações dos parlamentares e do PDT pedem a anulação da votação da emenda aglutinativa substitutiva, bem como todos os trâmites legislativos subsequentes.

Em sua decisão, Weber ainda afirmou  entender que a deliberação da Mesa Diretora quanto à possibilidade de votação remota “não traduz hipótese de transgressão direta a princípios ou regras de extração constitucional”.

“Não há, a meu juízo, razões jurídicas aptas a ampararem a ideia de que o parlamentar em licença ou em missão, se, em condições materiais e quiser participar, com autorização da respectiva Casa legislativa, remotamente da Sessão, não possa fazê-lo”, escreveu a magistrada, em resposta ao mandado de segurança do PDT.

Após indeferir as liminares, a ministra relatora pediu que as autoridades impetradas prestem informações em 10 dias e que o Ministério Público se manifeste.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter

veja também

Comentários estão fechados.