Foto: Flora Negri

RoB estreia seu primeiro álbum RoB Love com uma fusão de elementos do eletrônico com jamaicano

O disco da pernambucana foi produzido por William Paiva, que também assina a direção do videoclipe da faixa A Volta.
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Reggae, dub, pop e synthwave em faixas pulsantes, crescentes e livres dão a atmosfera de “RoB Love”, álbum de estreia da cantora e compositora RoB. Natural de Recife e com muitas andanças pelo mundo, a artista passeia por ritmos jamaicanos e eletrônicos no seu disco produzido por William Paiva e que chega em todos os aplicativos de música. O lançamento, distribuído pela Believe, é acompanhado por um videoclipe também dirigido por William Paiva.

As inspirações foram as mais variadas possíveis. “Tudo dentro do que carrego comigo desde sempre e do que sentia que as músicas compostas pediam. Às vezes a gente buscava uma estética mais pista, outras vezes sonoridades mais vintage, roots. E a gente se inspirou muito nos godfathers da música eletrônica, tipo Kraftwerk”, analisa a cantora.

O resultado é um álbum feminino, forte e ao mesmo tempo doce. Nele, RoB canta em português e em inglês. “Essa é a minha onda. Adoro escrever e cantar nas duas línguas. Tenho o desejo de que meu discurso seja ouvido globalmente”, justifica.

A Volta 

A faixa foco, “A Volta”, é um pop de prenúncio do verão com referências dos anos 80. Ela nasceu durante uma viagem que RoB fez ao Sertão de Pernambuco e fala sobre seca e renovação. É sobre a passagem do tempo, sobre os ciclos da vida. Ao mergulhar na letra, imagens de longas estradas retas cortando o sertão e da vegetação seca passando veloz pela janela do carro surgiram, e acabaram ditando a estética da batida seca e de andamento veloz que forma a estrutura da música. Em contraponto, sintetizadores e vocais espaçosos preenchem o ambiente seco da música como a chuva que cai e traz o verde de volta à paisagem do sertão.

O clipe de A Volta é road movie pelo sertão com toques de psicodelia. A passagem do tempo, a renovação da paisagem seca com a chegada do verde e os ciclos da vida vida se misturam, à medida que RoB dirige pelas estradas retas que cortam o sertão, se encontrando com outras versões dela mesma. É um clipe sobre transformações, reencontros, ciclos que se fecham enquanto outros iniciam e que tem a direção de William Paiva. 

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