Restos mortais de menina morta a meses são encontrados em Teresópolis

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Policiais da 110 ª DP (Teresópolis) prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (16), um casal pelo crime de ocultação de cadáver.

O Delegado Diogo Schettini informou que policiais militares, após receberem uma denúncia, estavam com a mulher que era agredida pelo companheiro e cuja filha, de 1 ano e 7 meses de idade à época, havia desaparecido há mais de 6 meses.

O Delegado disse, ainda, que mãe foi ouvida e afirmou, inicialmente, que conhecera o esposo pela rede social Facebook e concordou em ir morar com o mesmo em Teresópolis, saindo assim de sua cidade Natal – Juiz de Fora/MG. Disse que o companheiro a agredia, assim como sua filha, e a mantinha em cárcere privado. Narrou também que no dia 04 de agosto de 2017 o homem espancou impiedosamente sua filha, matando-a e enterrando o corpo na casa onde moravam em Teresópolis.

A mulher alegou que não fizera contato com as autoridades uma vez que seu companheiro ameaçou-a de morte caso o fizesse. A depoente, apesar de não saber apontar o endereço da casa onde a menina fora enterrada, forneceu duas informações que viabilizaram a localização da residência, quais sejam: que a casa ficava próxima a um mercado de dois andares e a um Posto de Saúde.

Diogo explicou que foram mobilizados policiais para encontrar a casa, e após diversas diligências foi possível localizar a residência onde o corpo da criança fora enterrado. Nesta, após intenso trabalho dos Bombeiros, foram localizados os restos mortais da criança e realizada perícia.

Foram identificados o Padrasto e Mãe de homem, que também moravam na casa onde residia o casal. O acusado de praticar o crime também foi localizado. Com todos os moradores da casa na Delegacia, a mulher e companheiro confessaram o crime quanto à ocultação de cadáver da criança, razão pela qual foram presos em flagrante.

O Delegado irá representar pela prisão preventiva do casal, em razão dos indícios do homicídio, e ainda será apurada eventual participação dos demais moradores da casa.

Fonte: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro

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