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Projeto inclui medidas de combate à erotização infantil nas escolas O objetivo do projeto é prevenir e combater a sexualização precoce no aprendizado social das crianças por meio da capacitação de docentes e o envolvimento da família.

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As escolas públicas fluminenses podem ser obrigadas a incluir medidas de combate à erotização infantil (ou sexualização precoce) no seu projeto pedagógico. É o que propõe o projeto de lei 4.137/18, dos deputados Carlos Macedo (Republicanos) e Márcio Pacheco (PSC), que será votado em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (06/02).

O objetivo do projeto é prevenir e combater a sexualização precoce no aprendizado social das crianças por meio da capacitação de docentes e o envolvimento da família. De acordo com os autores, entende-se por “sexualização precoce” a “exposição prematura de conteúdos, estímulos e comportamentos a indivíduos que ainda não têm maturidade suficiente para compreensão e elaboração de tais ações”.

“Não se trata de isolar a criança de sua sexualidade, mas sim evitar que fatores externos influenciem negativamente a forma como este indivíduo, ainda em formação, enxerga sua sexualidade, suas atitudes sexuais, valores, assim como seus relacionamentos e até mesmo sua capacidade de entender o amor e o afeto”, justificaram os parlamentares.

Fonte: Alerj

Crédito da foto: Reprodução

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