Programa de reconhecimento facial será ampliado no Rio

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Maracanã e Aeroporto Santos Dumont também serão monitorados. Projeto-piloto foi iniciado em Copacabana durante o Carnaval

O governador Wilson Witzel anunciou, nesta quinta-feira (28/03), que o projeto-piloto do sistema de reconhecimento facial e de leitura de placas de veículos será ampliado. Além de Copacabana, a tecnologia passará a ser testada na região do Aeroporto Santos Dumont e no entorno do Maracanã e Maracanãzinho. A nova fase terá início dentro de quatro meses. Em Copacabana, onde os testes foram iniciados no Carnaval, o número de câmeras monitoradas será ampliado, passará de 34 para 140. O anúncio foi feito pelo governador após reunião, no Palácio Guanabara, com executivos do grupo OI S/A, que apresentaram os resultados do projeto desenvolvido pela empresa na primeira fase.

– Segurança pública é a nossa prioridade. O teste do programa de reconhecimento facial foi um sucesso durante o Carnaval. Foram oito mandados de prisão cumpridos em apenas 10 dias. Agora, teremos um novo projeto-piloto e vamos ampliar para as regiões do Maracanã e do Aeroporto Santos Dumont – afirmou o governador.

O secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Rogério Figueredo de Lacerda,  está otimista com os resultados da nova fase do projeto, em função da expertise adquirida pelos policiais militares envolvidos.

–  Mais importante do que os números foi o conhecimento obtido nesse primeiro período de experiência. Durante o Carnaval, foi possível fazer uma série de ajustes. Por isso, acho que os resultados dessa segunda etapa serão ainda mais positivos – disse o coronel Figueredo.

O programa consiste no envio de informações online e em tempo real para uma central instalada no CICC. As imagens faciais e das placas dos veículos são analisadas por operadores, que utilizam os bancos de dados da Polícia Civil e do Detran.

Se aprovado, o projeto-piloto servirá de base para o termo de referência de uma futura licitação, com a possibilidade de participação de outras empresas. A gestão operacional do sistema ficará restrita ao Estado, que terá o controle do banco de dados. 

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