Foto: Sora Shimazaki

Procurador de Justiça pede CPI para investigar ligação do PT com o PCC

O pedido ocorre após a divulgação de diversos trechos da delação do operador do mensalão, o publicitário Marcos Valério. No depoimento, o ex-marketeiro, declara que existem ligações financeiras e políticas entre o partido e a facção.
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O Procurador de Justiça e Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), anúncio que deve fazer um pedido de abertura de uma CPI fara investigar as ligações da organização criminosa PCC com o Partido dos Trabalhadores (PT).

O anúncio do parlamentar foi feito através das redes sociais, após a divulgação de diversos trechos da delação do operador do mensalão, o publicitário Marcos Valério. No depoimento, o ex-marketeiro, declara que existem ligações financeiras e políticas entre o partido e a facção. A parceria teria começado na gestão do prefeito Celso Daniel em Santo André (SP), sequestrado, torturado e morto no ano de 2002.

“Diante da gravidade das denúncias apresentadas pelo operador do ‘Mensalão’, Marcos Valério, e de muitos outros indícios, informo que segunda-feira vou pedir a abertura de uma CPI para investigar a relação criminosa entre o PT e PCC. O Brasil precisa de respostas! #CPIdoPTePCC”, escreveu Carlos Sampaio em uma rede social.

Em uma outra publicação, o político voltou a frisar a necessidade de criação de uma CPI. “Pela quantidade de mensagens de apoio que recebi, percebo que não fui apenas eu que fiquei indignado e preocupado com as denúncias de Marcos Valério. A união de brasileiros de bem é fundamental nesta luta contra a influência do crime organizado nos rumos do país! CPI JÁ!”, declarou.

Marcos Valério, que trabalhou durante muitos anos no PT, afirmou que havia uma relação da facção criminosa com o partido, e que Celso Daniel possuía um dossiê =, denunciando quais políticos petistas recebiam financiamento de forma ilegal vindo dos criminosos. “Essa denúncia gravíssima precisa ser investigada com urgência e profundidade. Exigimos respostas!”, escreveu Sampaio.

Entre outras denúncias, o operador do mensalão disse que foi ameaçado de morte por Paulo Okamotto, braço direito de Lula, para não envolver o ex-presidente no escândalo. Ele também revelou que administrava um caixa clandestino de 100 milhões de reais para o PT durante a gestão de Lula.

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