Procon/Petrópolis-RJ vai listar sites não confiáveis para compra

Órgão de defesa do consumidor também orienta sobre os cuidados para evitar fraudes
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Com a pandemia da Covid-19 e a necessidade de prevenção através do isolamento social e da quarentena, as compras virtuais cresceram 81% somente em abril, de acordo com o Movimento Compre&Confie – que monitora as negociações via internet. E para ajudar o consumidor a tornar essas compras mais seguras, o Procon municipal vai listar (e divulgar) os sites e empresas com maior número de reclamações. O objetivo ajudar o consumidor a identificar sites fraudulentos e empresas não confiáveis.

Sites que não entregam serão listados para que possam ser evitados. “A lista será atualizada sempre que recebermos reclamação do consumidor”, destaca a coordenadora do Procon/Petrópolis-RJ, Raquel Motta, que informa que o órgão de defesa do consumidor municipal tem recebido denúncias de fraudes. “Houve caso de consumidor que comprou celular em um perfil de uma empresa em uma rede social, mas acabou bloqueado pelo vendedor e não recebeu o produto”.

A pandemia mudou hábitos e fez com que muitos consumidores que ainda não tinham se adaptado a comprar pela internet se vissem diante desta realidade. A coordenadora do Procon ressalta que comprar por canais virtuais é seguro, desde que se tome cuidados necessários. “É importante desconfiar de ofertas excessivamente vantajosas, checar a procedência da empresa, se ela está registrada na Junta Comercial ou na Receita Federal. E claro, vale sempre pesquisar em sites de reclamações o que dizem outros consumidores que compraram com a empresa”.

E tomar os cuidados na hora da compra pode evitar que o consumidor caia em golpes virtuais. Segundo dados da Kaspersky, o Brasil já é o país que mais sofre golpes por phishing, roubo de dados, no mundo. Boa parte desses golpes usam como meio de divulgação anúncios de compras extremamente vantajosas em redes sociais como Facebook e WhatsApp. “São links que direcionam o consumidor para sites falsos, muitas vezes emulando sites de empresas famosas. Servem tanto para roubar dados como CPF e números de cartões de crédito, quanto para simular uma venda em que o consumidor acaba não recebendo o produto”, destaca a coordenadora do Procon.

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