Procon Petrópolis aciona Ministério Público para instaurar inquérito contra os Correios

Os Correios são alvo de queixas quase que diárias do consumidor no Procon Petrópolis, que até buscou, sem sucesso, uma solução para amenizar os problemas de entregas de cartas, boletos de contas de luz, telefone, água e esgoto e no péssimo atendimento aos clientes.
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O Procon Petrópolis acionou o Ministério Público Federal (MPF) nesta quinta-feira (06) para instaurar um procedimento investigativo contra os Correios do município. Isso acontece após inúmeras denúncias desde janeiro deste ano e que não trouxeram quaisquer mudanças ou melhorias para o consumidor local.

Os Correios são alvo de queixas quase que diárias do consumidor no Procon Petrópolis, que até buscou, sem sucesso, uma solução para amenizar os problemas de entregas de cartas, boletos de contas de luz, telefone, água e esgoto e no péssimo atendimento aos clientes.

“O Procon procurou os Correios para tentar encontrar uma solução para as queixas que recebemos todos os dias aqui na nossa sede, seja por e-mail e por telefone. As reclamações são tantas que já não está mais adiantando advertir ou multar. Estamos buscando atuar na defesa do consumidor, mas já não está tendo resultados”, explicou o coordenador do coordenador do Procon Petrópolis, Jorge Badia.

Do início de janeiro até o início do mês, o Procon Petrópolis moveu dois processos administrativos e cinco autos de infração contra os Correios, totalizando R$ 500 mil reais em multas. Como a empresa pública detém o monopólio de alguns serviços essenciais à população, o órgão de defesa do consumidor espera que uma intervenção mais contundente da justiça federal ajude a diminuir os problemas de seus clientes.

“Diante de tantos abusos, não resta outra alternativa para o Procon senão recorrer ao MP Federal para resolver a questão. Porque, infelizmente, todos os procedimentos que adotamos contra os Correios até agora têm sido infrutíferos. A população recebe boletos em atraso, encomendas adiadas e serviços mal prestados que, em meio a pandemia, só aumentam o problema de todos”, disse Badia, que admitiu a possibilidade de até cassar o alvará das agências caso a justiça não resolva a situação.

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