Procon dá dicas ao consumidor para às compras de Páscoa Levantamento de preço, fiscalização e ação itinerante fazem das atividade, que compõem o mês do consumidor

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Com a proximidade da Páscoa, o Procon realiza ao longo desta semana uma série de ações voltada à esta época do ano. Levantamento de preço, fiscalização, orientação ao consumidor e ação itinerante fazem parte da programação, que também compõe o Mês do Consumidor. O órgão preparou uma cartilha com uma série de dicas para a compra de chocolates e peixes. A lista, abaixo, foi elaborada com base no Código de Defesa do Consumidor.

Durante toda esta segunda-feira (19.03) a equipe do órgão realiza o comparativo de preços em diversos pontos do município. O objetivo é dar essas informações aos consumidores para que as pessaos buscar os locais me conta na hora de comprar os chocolates. A lista será disponibilizada já na quarta-feira (21.03).

“Existe uma série de cuidados que devem ser tomados nesta época do ano. São procedimentos importantes para que a população saiba como agir na hora de comprar chocolates, peixes e até para ter noção real do que é ou não chocolate”, destaca o coordenador do órgão, Bernardo Sabrá. Nesta terça-feira (20.03), uma equipe do órgão estará na Praça Alcindo Sodré, de 13h30 às 17h, no Centro; na quinta-feira (22.03) haverá fiscalização em estabelecimentos que vendam os produtos.

DICAS NA HORA DA COMPRA:
– É de grande importância que o consumidor realize a pesquisa de preço, qualidade, opções e ainda avaliar o que cabe no bolso;
– Existem fabricantes que possuem lojas próprias e podem oferecer um preço melhor. Lembramos que os fornecedores de produtos artesanais ou de fabricação caseira têm de seguir as mesmas regras de comercialização dos fornecedores de produtos industrializados;
– Para assegurar seus direitos como consumidor, exija sempre à nota fiscal ou tíquete de compra;
– As informações fornecidas em anúncios, folhetos ou em qualquer material publicitário devem ser conferidas na hora da compra, pois, o fornecedor deve sempre cumprir as ofertas anunciadas;
– Levar os pequenos no momento das compras pode comprometer a economia, já que estes são facilmente impactados pela influência do marketing visual e acabam querendo produtos que, nem sempre, caracterizariam um bom custo-benefício;
– A quantidade de cacau presente nos chocolates também deve ser observado. De acordo com a Resolução no 264/2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para ser chamado de chocolate, o produto deve conter, no mínimo, 25% de “sólidos totais de cacau”, obtidos a partir da mistura de derivados de cacau, massa, cacau em pó ou manteiga de cacau com outros ingredientes. Chocolate Branco: é o produto obtido a partir da mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 20 % (g/100 g) de sólidos totais de manteiga de cacau. O produto pode apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados.
– O consumidor que optar por versões diet ou light dos ovos de Páscoa deve ficar atento. As nomenclaturas diet e light não significam necessariamente que esses produtos são isentos ou tenham percentual reduzido de açúcar ou energia, devendo ser verificado qual o produto apropriado para pessoa a ser presenteada;
– Ainda sobre os produtos, a embalagem deve estar lacrada, íntegra, sem furo ou amassada, pois é ela quem protege o produto de insetos e de contaminação;
– Não se esqueça de verificar no rótulo as informações obrigatórias: data de validade, nome e endereço do fabricante, informação nutricional;
– Em caso de inclusão de brinquedos no interior do produto, o consumidor deve checar se a embalagem traz o selo do INMETRO e ainda se o brinquedo é apropriado para a idade da criança;
– Quanto aos pescados, na hora da compra, atenção ao tipo de conservação (salgado e seco, congelado e fresco);
– O produto deve ser armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos;
– Verifique se não há a presença de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável, que indicam que o produto não está bom para consumo;
– Os produtos apresentarem amolecimento ou com acúmulo de líquidos, é sinal de que passaram por um processo de descongelamento. A presença de gelo ou muita água indica que o balcão foi desligado ou teve sua temperatura diminuída temporariamente; o que pode comprometer a qualidade do produto, causando sua deterioração.
– O pescado fresco deve apresentar carne firme, olhos salientes e brilhantes, e escamas que não soltem facilmente.
– Quando vendido embalado, deve apresentar no rótulo a denominação de venda, data de validade, país de origem, prazo de validade, selo de inspeção federal e outras informações obrigatórias Selo de Inspeção Federal (SIF). No caso de produtos importados, as informações devem estar em português.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis

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