Reunião do Conselho - Foto: Divulgação

Prêmio da Música Brasileira retorna com novidades

Conselho se reuniu para também definir mudanças nas categorias da premiação
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Criado por José Maurício Machline em 1987, o Prêmio da Música Brasileira (PMB) se tornou uma referência incontornável para a cultura nacional nas últimas décadas, ao estimular a produção musical, revelar talentos e promover encontros e homenagens que entraram para a histórica. Após um hiato de três anos, a premiação está de volta e repleta de novidades para a sua trigésima edição.

As modificações foram anunciadas após reunião do Conselho do Prêmio, formado por Antônio Carlos Miguel, Arnaldo Antunes, Djavan, Gilberto Gil, João Bosco, Karol Conka, Ney Matogrosso, Wanderléa, Yamandu Costa e José Maurício Machline, que agora conta com a parceria de Heloisa Guarita na condução do PMB, cuja cerimônia acontecerá em abril de 2023.

Projeto de fomento

Nos próximos meses, Machline e Heloisa vão implementar um amplo programa de fomento para a Música Brasileira, através de ações que serão divulgadas por etapas.

A ideia central é que os artistas inscritos do Prêmio possam ter a produção divulgada e incentivada ao longo de todo o ano, com presença em canais específicos e redes sociais, criação de conteúdo, desenvolvimento de parcerias institucionais, além do intercâmbio com outros artistas e possíveis patrocinadores.

Cada concorrente passa a ter um apoio da premiação, que estará mais do que nunca comprometida com valores como representatividade e diversidade. O impacto social, a valorização da economia criativa como engrenagem de todo um setor profissional e a inovação são os valores fundamentais em toda essa jornada.

Com isso, o PMB pretende democratizar ainda mais o acesso à cultura, mirando no futuro, com um olhar específico para a presença no ambiente digital e se preparando para o futuro, com NFTs e metaverso.

Revisão nas categorias

Ao completar 30 edições, o Prêmio reafirma os seus laços com a inovação e acompanha as grandes transformações tecnológicas que o mundo e, especialmente, o mercado fonográfico viveram nos últimos anos, com a revisão de categorias e a preocupação em gerar um impacto social em todas as suas ações.

Entre as modificações, o Prêmio inclui a retirada da categoria Cantor / Cantora para a entrada de Intérprete, abrangendo artistas femininos, masculinos e não-binários. Da mesma forma que a antiga categoria Pop / Rock / Reggae / Hip Hop / Funk passa a se chamar Música Urbana. A premiação de Melhor DVD se torna agora Melhor Produto Audiovisual, em que podem concorrer clipes, projetos para plataformas de vídeo, DVDs e documentários musicais.

Homenagens e o legado do PMB

Desde o ano de sua criação, quando homenageou Vinicius de Moraes, o Prêmio enaltece um artista brasileiro, que serve como fonte para o roteiro e repertório do show da cerimônia de entrega. Já foram homenageados, pela ordem, Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Ketti, Dominguinhos, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Noel Rosa, João Bosco, Tom Jobim, Maria Bethânia, Gonzaguinha, Ney Matogrosso e Luiz Melodia. Nos próximos meses, será anunciado o artista homenageado para a edição 2023.

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