Em janeiro, a Secretaria de Administração vai realizar cinco pregões eletrônicos com registro de preços e cotas reservadas para micro e pequenas empresas. Nas licitações serão adquiridos gêneros alimentícios perecíveis e não perecíveis para atender as unidades da rede municipal de Educação. Ao longo de 2017, a prefeitura investiu R$ 13 milhões na merenda de 42 mil alunos da rede municipal. Deste total 317 toneladas foram de carne, peixe e frango.

Por meio do registro de preço, o poder público paga apenas o que for necessário para uso. Já as cotas reservadas têm como objetivo incluir os pequenos empresários nos processos de licitação. Petrópolis possui cerca de 11 mil micros e pequenas empresas e 20.500 microempreendedores individuais.

As aquisições serão utilizadas para abastecer as 184 unidades da rede municipal por seis meses. No dia 12 de janeiro, às 10h, ocorrerá o pregão eletrônico para a compra de carne, peixe e frango. O valor da licitação é de R$ 3.520.396,50. No mesmo dia, às 13h, o registro de preços será destinado para a compra de gêneros não perecíveis do tipo biscoito doce e salgado, com o valor de R$ 524.153,00.

“A compra de alimentos direcionada aos micro e pequenos e empresários é uma iniciativa do poder público que busca incluir esses empresários nos processos de compras públicas, beneficiando os petropolitanos empreendedores”, afirma o prefeito Bernardo Rossi.

Será realizado ainda no dia 12 de janeiro, às 14h, o registro de preços para a compra de alimentos não perecíveis como feijão, flocos de milho e macarrão, no valor estimado de R$ 435.931,30.Já no dia 15 de janeiro, às 13h, será realizado o pregão para a aquisição de farinha, fermento e margarina, com valor estimado de R$ 69.354,00. Também no dia 15, às 14h, será a vez da realização do processo para a compra de achocolatado em pó, amido de milho e azeite.

O secretário de Administração, Marcus von Seehausen, destacou a importância do processo de registro de preço, que permite uma economia em todos os processos de compras públicas. “Criamos em abril, dentro do Departamento de Licitações, uma divisão só de registro de preços. Essa iniciativa reforça o princípio constitucional da economicidade. Só pagamos o que de fato é solicitado para uso, ficando o que não for usado, em um estoque virtual. Nós estimamos o uso, o que atrai diversas empresas, capacitadas para atender as demandas. A  quantidade faz com que o preço diminua e, dessa forma, evitamos o desperdício e só pagamos pelo que usamos”, explica.

Ainda de acordo com Seehausen, o registro de preço se tornou uma pratica usual nos processos de compra. “A modalidade dá muito certo e a economia sempre é perceptível nos processos, fazendo com que preços finais sejam reduzidos”.