A Secretaria de Assistência Social realizou nesta quinta-feira (21.12) uma festa de Natal promovendo a confraternização entre os assistidos das Casas da Acolhida da prefeitura. Atualmente, há seis meninos e seis meninas de 12 a 17 anos que estão abrigadas temporariamente nas unidades por estarem em risco social. A prefeitura também acompanha as famílias durante o período de acolhida e conseguiu de janeiro a novembro, a reintegração de 3 meninos e 4 meninas junto às suas famílias.

Além de um almoço especial, a equipe da Assistência social promoveu a entrega de presentes para os adolescentes. Alguns itens solicitados por eles eram típicos da idade como roupas, calçados e mochilas, mas muitos ainda preservaram os desejos da infância solicitando bola de futebol, pipa, estojo de maquiagem e lego. A secretária de Assistência Social, Denise Quintella reiterou que providenciou presentes para todos os acolhidos conforme os desejos dos adolescentes.

“A nossa equipe se reuniu para apadrinhar as crianças, fizemos uma lista de presentes com eles e cada um comprou um item. Além dessa festa de confraternização no dia de Natal, as crianças que forem liberadas irão para casa de familiares e as que não puderem irão para casa de um educador. Todos serão amparados neste Natal”, afirma Denise Quintella.

Para o próximo ano, a Assistência Social continuará a parceria com o Juizado, Vara da Infância e Conselho Tutelar, para acompanhar as famílias de vítimas de violência doméstica ou negligência. O foco é reforçar a importância do convívio familiar no processo de acolhida e cuidados psicológicos prestados a essas crianças e adolescentes.

“Ao chegar a uma das casas, a criança recebe todos os cuidados necessários para sua adaptação. São fornecidas roupas, kit de higiene pessoal além de todo o acompanhamento psicológico e assistencial. Tentamos durante esse período de tempo promover cursos e aulas que eles têm mais aptidão, temos muitos talentos aqui dentro com trabalhos artesanais e já estamos pensando em realizar uma exposição com as peças criadas por eles”, anuncia Denise Quintella que reitera que enquanto a criança está acolhida, a equipe da Assistência Social articula os serviços necessários para que a família de origem solucione a situação que motivou a medida protetiva.

“A medida protetiva é determinada pelo Juizado da Infância e Juventude e executada até que seja possível a reintegração familiar. Temos crianças que estão conosco há 3 anos. São crianças e adolescentes que precisam de afeto, carinho e atenção”, afirma Denise Quintella.