Povo de Moçambique teme por onda de ataques terroristas, após radicais islâmicos deixarem cidades que foram tomadas

Os radicais tomaram a cidade de Palma em Moçambique, mataram boa parte dos habitantes que não conseguiram fugir, deixaram cabeças de crianças decapitadas espalhadas pelas ruas da cidade e estocaram armas e alimentos do local, a população do país africano teme por uma onda de ataques que possam se alastrar por todo o país.
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Três semanas após o ataque macabro e brutal realizado por radicais islamistas que tomaram a cidade de Palma em Moçambique, mataram boa parte dos habitantes que não conseguiram fugir, deixaram cabeças de crianças decapitadas espalhadas pelas ruas da cidade e estocaram armas e alimentos do local, a população do país africano teme por uma onda de ataques que possam se alastrar por todo o país.


Isto se deve ao fato de que os radicais muçulmanos saíram da cidade de Pauta sem rumo definido, após devastarem o município e não foram localizados. Há relatos de que grande parte do município de 75 mil habitantes na província de Cabo Delgado tenha sido destruída, segundo fontes à agência AFP, entre as quais membros da ONG Human Rights Watch.


Desta vez, os rebeldes poderiam atacar o porto de Pemba, localizado a mais de 200 km ao sul, e a capital provincial de cerca de 150.000 habitantes.


Os conflitos forçaram a retirada de cerca de 200 pessoas de um hotel, e alguns dos trabalhadores estrangeiros abrigados ali podem ter morrido em uma emboscada, ainda que os detalhes da ação não estejam claros.

O governo de Moçambique confirmou o ataque e disse que forças de segurança iniciaram uma ofensiva para expulsar os extremistas da cidade, mas desde o dia 25 de março não há declarações oficiais.


Sem previsão de quando poderão voltar para suas casas nas aldeias do norte de Moçambique, alvos de ataques de grupos armados e jihadistas no fim de março, milhares de deslocados são atendidos por organizações humanitárias e missões religiosas como a da Congregação Nossa Senhora de Salette.

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