Políticos pressionam Bolsonaro e Guedes pela prorrogação do auxílio emergencial

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltaram a afirmar que o Executivo é contra a proposta para que o governo prorrogue o pagamento do auxílio emergencial, mesmo diante da pressão de parte da classe política. O titular da equipe econômica ressaltou que a continuidade do benefício significaria a redução de verbas para outras áreas, como a saúde, educação e segurança pública.

Entretanto, a pandemia, que está em um estágio mais severo de contágio, faz com que o Palácio do Planalto não descarte de vez a retomada do auxílio. Bolsonaro reconheceu a importância das vacinas, assim como Guedes, que aposta na eficácia das vacinas e no sucesso da aplicação para não ser necessário o pagamento de novas parcelas.

Guedes adotou tom mais moderado sobre o auxílio, mas considera a extensão do benefício apenas para situações extremas, como no caso de o Brasil “falhar miseravelmente” com as vacinas. “Vamos observar a economia e a saúde, os dois andam juntos. E vamos esperar pelo melhor e que, com a vacinação em massa, as mortes estejam descendo”, disse.

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