A política não é uma criatura estranha ou algo alheio à nossa existência. Pelo contrário, é um lugar de sonhos, luta e realidade.
Nos significados de palavras como civismo e cidadania podemos encontrar anseios, direitos e reivindicações. Todos nós, cada qual com seu grau de envolvimento, sabe o que pode melhorar na rua em que se mora ou na cidade em que se vive. Só que, mais importante do que as definições destas palavras, estão os seus sentidos. Isto é, devemos sair do conforto deste “sabemos” para nos movermos rumo ao “mudamos”.
Participar da política não é compactuar com aqueles que fazem dela algo ruim. Não é ser obrigado aos acordos ocultos e interesses mesquinhos. Muito menos aceitar de cabeça baixa tantas injustiças. Participar da política é entender que cada decisão tomada interfere na sua vida e em tantas outras. Perceber que somos donos dos nossos destinos, logo responsáveis pelas escolhas e caminhos que tomamos. É assumir deveres, se comprometer com a sociedade e não só pedir o comprometimento dela. Um povo só é livre quando se faz livre. O mundo só é justo quando se busca justiça.
Pode parecer papo de sonhador, mas são justamente os sonhadores que lutam na realidade. A invenção do impossível não nos serve. Os indiferentes não nos acompanham. É hora de unirmos aqueles com ideais, os carregados de ideias, os que se movem.
Tenho dito muito a palavra coragem, acredito que ela seja o primeiro passo para a defesa de Petrópolis, assim como para nosso sofrido estado do Rio de Janeiro. Tanto que, nesta semana, conseguimos derrubar na justiça o maior inimigo da Educação em nosso município. O ficha suja, e agora ex-secretário, que perseguiu covardemente o funcionalismo, também tentou fechar escolas e deixou faltar merenda. Sempre fiel aos planos do PMDB, já que bem como faz Temer, faz Pezão e faz Rossi. A covardia de menos educação, saúde e políticas públicas, para mais negócios, acordos e corrupção.

Yuri Moura

Professor, Gestor Público e Militante das Causas Populares

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