Polícia Civil investiga fraudadores que ofertaram vacinas contra a Covid-19

Entre os municípios que receberam a oferta estão Duque de Caxias e Barra do Piraí, municípios do Rio de Janeiro, e Porto Velho, em Rondônia.
Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter

A Delegacia de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DCC-LD) da Polícia Civil fluminense deflagra, nesta quinta-feira (22), uma operação para cumprimento de oito mandados de busca e apreensão no escritório de uma empresa e seus representantes, em Recife, envolvidos em um esquema de oferta fraudulenta de lotes da vacina AstraZeneca/Oxford para imunização da Covid-19 a diversos municípios brasileiros.


A ação, realizada com apoio da Polícia Civil de Pernambuco e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), tem por finalidade apreender aparelhos de telefone celular, computadores, contratos e outros documentos relacionados ao crime.

Os envolvidos responderão pelos crimes de organização criminosa e estelionato contra a administração pública.

Segundo as investigações, a empresa alvo da operação ofertava os lotes da vacina por meio de uma empresa americana pelo valor de US$7,90. Entre os municípios que receberam a oferta estão Duque de Caxias e Barra do Piraí, municípios do Rio de Janeiro, e Porto Velho, em Rondônia.


De acordo com o contrato apresentado pela empresa, as cidades deveriam realizar o pagamento antecipado por meio de “Swift” (remessa internacional) ou carta de crédito no momento da suposta postagem das doses em Londres.


Conforme dito pela nota do laboratório AstraZeneca, todas as doses em produção estão destinadas a consórcios internacionais como o Covax Facility e contratos com países e não há doses remanescentes para serem comercializadas com estados, municípios ou entidades privadas.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter

veja também

Comentários estão fechados.