Planos de saúde registram 1 milhão de adesões ao longo da pandemia de covid-19

Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
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Dados de um levantamento divulgado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) apontaram um grande crescimento do número de adesões aos planos de saúde durante a pandemia do novo coronavírus. Composta por informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, a pesquisa revela que foram registrados mais de um milhão de novos beneficiários desde o início da crise sanitária.

Com essas novas adesões, hoje os planos reúnem mais 48 milhões de beneficiários, o maior montante desde setembro de 2016. Uma das principais elevações foi identificada nos planos coletivos empresariais que apresentaram uma alta de 2,48%. A adoção deste tipo de contrato foi maior entre os idosos, expondo um aumento de 3,8%. Entre as pessoas com menos de 60 anos foi constatado um avanço de 2,36%. Já em relação aos planos individuais e familiares, houve um aumento de somente 0,07% no número de beneficiários.

De acordo com o administrador e gestor comercial da operadora de planos de saúde You Saúde, Lucas Vilela, ao longo do período pandêmico os planos também exibiram um grande crescimento na utilização de seus serviços, tanto por parte de pacientes infectados pelo novo coronavírus quanto por pessoas que necessitavam de outros tipos de cuidados. “A ocupação de leitos em UTIs direcionadas ao atendimento de pacientes com a covid-19 ficou em 80% no mês de março. Já o uso de leitos para o controle de outros problemas e doenças chegou aos 73%”, aponta.

Segundo Lucas, o setor de planos de saúde encerrou o primeiro trimestre com o maior custo assistencial de toda a sua história. “Este contexto foi intensamente impulsionado pelo desenvolvimento da pandemia e elevação das manutenções de procedimentos não urgentes. Quanto as internações por covid-19 é preciso destacar que, por serem mais extensas e em unidades de terapia intensiva, podem gerar custos até três vezes maiores para os sistemas de saúde do que os leitos de internações comuns”, ressalta.

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