Petrópolis terá 1.028 unidades habitacionais destinadas a desabrigados das chuvas e famílias que residem em área de risco Produção habitacional vai alcançar 1.948 unidades até o final de 2019

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O Ministério das Cidades, o governo do estado e a prefeitura vão construir mais 1.028 unidades habitacionais destinadas a desabrigados das chuvas e famílias que residem em área de risco. Com as novas unidades anunciadas nesta segunda-feira (19.03) Petrópolis chegará ao a 1.948 unidades habitacionais entregues ou sendo construídas, em três anos, o maior número já executado na cidade. A previsão é de conclusão de todas as obras no final de 2019. O anúncio foi feito no Palácio Guanabara, pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy; o governador Pezão e o prefeito Bernardo Rossi. Também presente Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, que intercedeu junto à União por mais produção habitacional em Petrópolis.

“Historicamente atingida por desastres naturais, Petrópolis tem hoje 920 habitacionais (Vicenzo Rivetti e Posse) em fase final, a maior produção habitacional de sua história e a nossa meta é fazer este número ser ainda maior consolidando uma política habitacional que é extremamente necessária visto a quantidade de áreas de risco e famílias vivendo em aluguel social. Estamos recebendo mais 1.028 unidades e a missão agora é tornar célere a construção”, afirma o prefeito Bernardo Rossi.

A atual gestão, desde ainda o governo de transição, em novembro de 2016, atuou junto ao governo federal para a retomada das obras do Vicenzo Rivetti, paralisadas desde 2014. Também conquistou a retomada de 144 unidades na Posse. “Em muitas incursões em Brasília, em vários ministérios apresentamos áreas disponíveis e projetos. Nesta segunda-feira, a apresentação de mais 1.028 unidades é uma resposta ao muito que empreendemos na esfera federal para que a cidade tivesse uma política habitacional consistente”, completa Bernardo Rossi.

Os projetos apresentados pela prefeitura e aprovados pelo Ministério das Cidades são no Caetitu, com 720 unidades habitacionais previstas, Benfica (120), Cuiabá (40) e Mosela (140). “O terreno do Caetitu é emblemático. Ele foi desapropriado em 2013 por R$ 2,2 milhões e no final de 2015 a antiga gestão quis vender a área para a iniciativa privada porque não conseguiu executar o projeto. Mantivemos o terreno e agora temos o compromisso do Ministério das Cidades e da CEF em mais um MCMV de grande porte que vai abrigar mais de 3 mil pessoas”, aponta o prefeito Bernardo Rossi.

“A atual gestão de Petrópolis tem feito corretamente o dever de casa, apresentando projetos, fazendo adequações e acompanhando o trâmite no Ministério”, afirma Baldy. Para Rodrigo Maia, as intervenções em toda a Região Serrana são necessárias e “Petrópolis precisa retomar a produção habitacional voltada à população de baixa renda”.

Pelo governo do Estado os editais de chamamento público para os terrenos de Benfica, Mosela e Cuiabá, serão lançados em uma semana, com previsão de iniciar obras ainda no primeiro semestre. A área do Caetitu terá chamamento público feito pelo município, que é proprietário do terreno.

No anúncio da aprovação dos projetos, o prefeito Bernardo Rossi esteve acompanhado do vice, Baninho; do secretário de Obras, Ronaldo Medeiros; do secretário de Administração, Marcus Von Seehausen; do secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini e do presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Igor.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis

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