Foto: GIRO Serra

Petrópolis 180 anos | Conheça um pouco sobre a história da Catedral São Pedro de Alcântara

Ela foi inaugurada em 1925
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A igreja localizada na rua São Pedro de Alcântara, no Centro de Petrópolis, cidade serrana do Estado do Rio de Janeiro, possui este nome em homenagem ao padroeiro do município, do Brasil e da Monarquia Brasileira, São Pedro de Alcântara.

História

Inicialmente, a igreja matriz de Petrópolis era um modesto edifício situado em frente ao Palácio Imperial, que atualmente é o Museu da cidade. Apesar disso, em 1843, uma nova matriz já estava prevista no plano de Julius Friederich Koeler, para urbanizar e modernizar a Cidade Imperial.

Na década de 1870, a ideia de construir uma nova igreja voltou à tona, já que era de interesse de Dom Pedro II e de sua filha, a Princesa Isabel. Em razão disso, em 1871, foi decidido de maneira oficial, que uma nova matriz seria construída. No ano de 1876, o italiano Federico Roncetti apresentou um projeto neorrenascentista, mas foi recusado.

A Catedral começou a ser construída apenas em 1884. O projeto foi encomendado ao engenheiro e arquiteto, Francisco Caminhoá, que elaborou um edifício neogótico, inspirado nas antigas catedrais situadas no norte da França. Todo o processo ficou a cargo da empreiteira de Manuel Pereira Jerônimo, filho de uma das primeiras famílias que se instalaram em Petrópolis.

Apesar da Proclamação da República, a construção da Catedral não foi interrompida e seguiu até 1901, quando as obras foram paralisadas. Em 1918, sob o comando do engenheiro Heitor Silva Costa, a construção voltou de maneira intensa.

Inauguração

No dia 29 de novembro de 1925, a nova matriz de Petrópolis é inaugurada, após 37 anos de trabalho. Vale ressaltar que mesmo que ela tenha sido inaugurada, ela não estava finalizada, faltava ainda a fachada, torre e decoração interna. As obras da fachada só começaram em 1929 e chegaram até o nível da rosácea na década de 1930. A torre só seria construída entre 1960 e 1969.

Em 1920, o decreto que bania a Família Imperial do Brasil, foi anulado e por conta disso, em 1921, os restos mortais de Dom Pedro II e de Tereza Cristina foram trazidos do Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, para o Rio de Janeiro, na Catedral Metropolitana. Em 1925, os restos mortais foram transferidos para sacristia da Catedral de São Pedro de Alcântara.

No ano de 1939, o ex-presidente Getúlio Vargas inaugurou o Mausoléu Imperial, para onde foi transferido, definitivamente, o sarcófago do Imperador e Imperatriz. Em 1971 também foram sepultados no mausoléu, a Princesa Isabel e seu marido, o Conde d’Eu.

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