© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Publicamente, Guedes tem insistido em privatizações e reformas como solução para a crise

Paulo Guedes afirma que auxílio emergencial será prorrogado caso haja 2ª onda de Covid-19

O auxílio emergencial foi aprovado pelo Congresso para amenizar as perdas de trabalhadores informais afetados pela pandemia.

O ministro da economia, Paulo Guedes, disse em evento nesta quinta-feira (12) que, se houver uma segunda onda de casos de Covid-19 no Brasil, o auxílio emergencial será certamente prorrogado.

Segundo Guedes, a prorrogação não é o “Plano A” do governo, mas será necessária caso uma segunda onda de infecções da doença atinja o país. “Se houver uma segunda onda de pandemia, não é uma possibilidade, é uma certeza. Nós vamos ter de reagir, mas não é o plano A. Não é o que estamos pensando agora”, afirmou.

O ministro ainda afirmou que o governo ao final de 2020 terá gastado mais de R$ 600 bilhões, o que representa 10% do PIB, para auxiliar a população e combater os efeitos da pandemia no emprego e na renda das famílias.

O auxílio emergencial foi aprovado pelo Congresso para amenizar as perdas de trabalhadores informais afetados pela pandemia. O governo começou a fazer os pagamentos em maio. Inicialmente, iriam até julho. Depois foram prorrogados uma primeira vez até setembro e, uma segunda vez, até dezembro. O valor, no início, era de R$ 600, mas passou para R$ 300 nas últimas parcelas.

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