PETRÓPOLIS: A concentração do movimento foi na Praça Dom Pedro e contou com a colaboração de todos presentes para que pudesse ser realizada a campanha do agasalho. Logo pessoas que estavam precisando se aproximaram do local para que adquirir roupas disponíveis na campanha.

Ainda sem saber o rumo que a paralisação deve tomar nos próximos dias, servidores fizeram passeata mais um dia pelas ruas do centro da cidade. Diferente de outros dias, hoje pais e alunos se uniram aos profissionais da educação para apoiar o movimento. Cartazes, placas e cantos em favor da categoria também foram feitos.

No próximo dia 29 terá uma audiência entre a atual administração pública e o SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação), com o intuito de começar as negociações sobre os motivos que causam a greve.

Segundo um professor que aderiu à greve “o movimento de 2010 foi maior, tanto em número de pessoas, quanto em tempo de paralisação”, ele destacou também que “falta algum representante público para conversar com a categoria e entender as reivindicações”.

Os funcionários estão pedindo reajuste salarial de 14%, diminuição da carga horária semanal, cumprimento da lei do PCCS e pagamento de triênios atrasados.

Por: Gabriel Malheiros