Outubro Rosa: Saiba como a micropigmentação paramédica pode ajudar na restauração da autoestima após o câncer

A técnica ajuda a reconstruir a aréola mamária e também pode auxiliar na correção de cicatrizes e outros possíveis danos e intercorrências provenientes de cirurgias plásticas estéticas.
Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter

Baseada em desenhos realistas, a micropigmentação paramédica vem sendo uma grande aliada na recuperação da autoestima de pacientes que passaram pela cirurgia de mastectomia para a retirada de tumores cancerígenos. A técnica ajuda a reconstruir a aréola mamária e também pode auxiliar na correção de cicatrizes e outros possíveis danos e intercorrências provenientes de cirurgias plásticas estéticas.

De acordo com a micropigmentadora, cosmetóloga e visagista Raquel Normandia, o objetivo do método é fazer com que as aréolas apresentem uma aparência natural e harmoniosa. “Por meio da técnica é possível reproduzir todos os detalhes de cor e características próprias de cada mama. Para produzir um efeito mais realista, cada traço e linha é delineado de forma calma e cuidadosa. Os pigmentos utilizados levam em consideração as nuances e tons presentes na região das mamas de cada paciente. O cálculo da distância entre os seios e o emprego do efeito 3D são imprescindíveis para que o trabalho fique extremamente natural”, explica.

A micropigmentadora – que há cerca de um ano também integra um projeto na área oncológica do hospital Santa Casa em Belo Horizonte – aponta que o procedimento de reconstrução da aréola mamária por meio da micropigmentação paramédica é bastante acessível e indolor. “Faço uso de diferentes agulhas e pigmentos, que precisam ser de alta qualidade para que o resultado fique harmônico. Diferente da tatuagem, o pigmento é aplicado somente na camada superficial da pele”, explica.

Além de ser indicada para pacientes oncológicos que passaram pela mastectomia, a micropigmentação paramédica também pode ser indicada para pessoas que somente desejam uniformizar as linhas e cores de suas aréolas mamárias. “Alguns cirurgiões já recomendam esse método, não apenas em casos de mastectomia ou correções, mas para intensificar os tons e aumentar as dimensões de aréolas que são naturalmente pequenas. O procedimento ainda pode ser utilizado para reparar queimaduras na pele, amenizar marcas de vitiligo estacionária ou apenas para redesenhar aréolas já existentes”, aponta.

Segundo Raquel, em alguns casos, após a cirurgia, é comum ocorrer a hipopigmentação, que é a ausência de pigmento na cicatriz, problema que também pode ser solucionado com a micropigmentação paramédica. “Muitos pacientes oncológicos têm receio em fazer a cirurgia de reconstrução da aréola mamária por terem que passar por mais uma intervenção invasiva e dolorosa. Quando estas pessoas descobrem a micropigmentação paramédica, se emocionam bastante com os resultados, a suavidade do tratamento e com o aspecto natural da área trabalhada. Isso é muito gratificante! Nada substitui o sentimento de devolver a felicidade a alguém que já passou por momentos tão desafiadores e difíceis”, conta.

Por fim, Raquel explica que, para passar pelo procedimento é necessário, no mínimo, seis meses de pós-cirúrgico. “As contraindicações são avaliadas individualmente, seguindo as características de cada pele e cicatriz, se for o caso. Acho importante ressaltar que realizo a técnica durante todo o ano, não só durante a campanha do Outubro Rosa. Este é um dos tratamentos de maior destaque da minha nova clínica”, conclui.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter

veja também

Comentários estão fechados.