Na última segunda-feira (23) a CPTrans anunciou que as linhas de ônibus provenientes dos bairros, estão operando nos horários aplicados aos finais de semana. Em momentos de picos, ao longo do dia, a orientação é para que as empresas de ônibus reforcem a frota retornando com utilização de escala de dia útil.

Nesta quarta-feira (25) a CPtrans confirmou ao Giro Serra que as empresas estão orientadas a atuar nos horários aplicados aos domingos durante o período da quarentena, por conta do coronavirus. Os troncais e interbairros devem fazer o horário de dia útil.

O órgão também frisou que nenhum coletivo deve trafegar com passageiros em pé e evitar aglomerações. Os vidros devem ser abertos para facilitar a ventilação dentro dos veículos.

Os ônibus provenientes dos bairros estão operando em horário de domingo, e os troncais e interbairros com horário de dia útil. A CPTrans destaca que nenhum coletivo pode trafegar com passageiros em pé, apenas sentados, para evitar aglomeração e os vidros abertos para ventilação”, disse a CPTrans.

Nesta terça-feira (24), alguns passageiros que tentavam utilizar algumas linhas de ônibus tiveram dificuldades. Teve passageiro aguardando por um coletivo por mais de uma hora e meia.

Nosso repórter, Felipe Teixeira, ao sair de casa pela manhã, aguardou por quase duas horas o ônibus 515 (Jardim Salvador), da Viação Cascatinha. Já durante a noite, ao tentar retornar para casa, teve o mesmo problema com o horário. “Fiquei aguardando por mais de uma hora e meia pelo ônibus 515, Jardim Salvador, da Viação Cascatinha, e acabei desistindo. Tentei pegar o 100, para tentar fazer uma baldeação, mas ele não parou“, disse Felipe.

A CPTrans, em nota, informou que irá averiguar o motivo do atraso que pode ter sido uma quebra do veículo. “A CPTrans vai averiguar se houve algum tipo de problema, como quebra do veículo, para que acontecesse o atraso, já que fluxo do tráfego, com o período de isolamento, está menor”, informa a CPTrans.

Entramos em contato com o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Petrópolis (Setranspetro), mas até a publicação desta matéria não havíamos recebido retorno.

Crédito da foto: Felipe Teixeira / Giro Serra