Paralisada em 2016, ainda na gestão passada, a obra na Escola Municipal Jandira Bordignon, no Quitandinha, está sendo retomada esta semana. O anúncio foi feito pelo prefeito Bernardo Rossi nesta segunda-feira (26.03) durante uma visita no prédio onde funcionava a escola, na Avenida Getúlio Vargas, no Quitandinha. Com a reforma, o espaço passará a contar com doze salas de aula, biblioteca e quadra poliesportiva. A previsão é de que a obra seja entregue em janeiro de 2019.

O nosso objetivo é que as aulas do ano letivo de 2019 ocorram já no novo prédio. Essa é uma obra muito esperada por essa comunidade. As dificuldades orçamentárias somada a questões jurídicas que tivemos de sanar não nos permitiram dar continuidade à obra no ano passado, mas, agora, estamos dando o pé inicial e voltaremos com as crianças para que elas possam ver o novo espaço”, disse o prefeito Bernardo Rossi.

O projeto de revitalização prevê rampa de acessibilidade nos três andares do prédio, banheiros também acessíveis, doze salas de aula, biblioteca, refeitório, sala multiuso, biblioteca e quadra poliesportiva.

A Jandira Bordignon atende 400 alunos, matriculados desde o 5º período da educação infantil até o 9º ano do ensino fundamental. Desde 2015, os alunos estão sendo atendidos em duas casas alugas nas proximidades da obra. Em uma das casas, na Rua Getúlio Vargas são atendidos os alunos da educação infantil e ensino fundamental I e na outra, na Rua São Paulo, os alunos do ensino fundamental II.

Felizmente a obra está retornando, o que garantirá que os alunos voltem a estudar no mesmo espaço, facilitando a rotina dos profissionais e oferecendo segurança e conforto para os alunos”, disse a secretária de Educação Interina, Samea Ázara.

Beatriz Oliveira de Souza é mãe dos alunos, Ector de 9 anos e da Giovana, de 7 anos. Ela é representante do Conselho Escolar da EM Jandira Bordignon e acompanhou a visita junto com o prefeito.

Vai ficar linda a escola, pelo o que pude ver hoje, atenderá as necessidades dos alunos. É uma alegria poder acompanhar o retorno das obras, um sonho que está saindo do papel. As crianças estão muito animadas”, comemora.

De acordo com o arquiteto Guilherme Lima, da Enge Prat, os próximos passos incluem reforço estrutural, alvenaria e instalações. “De 20 a 30 funcionários trabalharão direto na obra para que tudo fique pronto no prazo esperado”.

As melhorias feitas antes da paralisação da obra, ocorrida em 2016, compreendem 30% do projeto: demolição, separação das salas e construção da rampa de acessibilidade. Após a paralisação de 21 meses na obra, os custos – em 2015 a obra foi orçada em R$ 2,5 milhões – serão revistos pela Secretaria de Obras.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis

Crédito da foto: Divulgação / Ascom PMP