Um motorista de um aplicativo de transportes foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), suspeito de receptação e uso de documento falso, em uma abordagem na rodovia Rio-Teresópolis (BR-116 Norte). Os policiais desconfiaram dos documentos apresentados pelo condutor e constataram que se tratava de um carro roubado há mais de três anos. O flagrante aconteceu no sábado (30), na altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Policiais rodoviários federais faziam uma ronda quando suspeitaram do automóvel e decidiram pará-lo. Durante a abordagem, os agentes perceberam diversos indícios de falsificação no documento do carro. Logo em seguida, constataram que o veículo possuía placas clonadas e era roubado. O crime teria ocorrido em 2014.

Ao ser questionado, o motorista, de 34 anos, disse ter comprado o carro há cerca de uma semana por R$ 12 mil. Ainda segundo ele, já teria pago R$ 4 mil e o restante seria parcelado. Entretanto, não apresentou qualquer comprovante da compra e não soube informar os dados do vendedor. As penas previstas para os crimes praticados podem chegar a dez anos de reclusão.

O caso foi registrado na 59ª DP (Duque de Caxias).

 

Clonagem de Veículos
O combate ao roubo e furto de veículos tem como prioridade a redução da violência, mas também traz reflexos positivos na identificação de “clones”. A prática da clonagem consiste em substituir as placas, alterar documentos e outros sinais do veículo roubado, para que fique idêntico a um em situação regular. Dessa forma, criminosos tentam enganar a fiscalização e garantir a impunidade. A clonagem traz transtornos a diversos proprietários dos verdadeiros veículos, que sofrem com autuações indevidas, por exemplo, e que podem resultar até mesmo na suspensão do direito de dirigir.

 

Fonte: Polícia Rodoviária Federal – PRF