Mostra apresenta filmes vencedores no Prêmio Maestro Guerra Peixe de Cultura

Através de sessões online, serão disponibilizadas 11 obras audiovisuais produzidas entre 2011 e 2019 de forma a ajudar a compor o imaginário petropolitano mostrado nas e através das obras.
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O Cinema360° é um conjunto de ações de formação, produção e exibição de filmes em atividade desde 2008. Seu foco é a programação de obras autorais e independentes e sobretudo que contribuam para o mapeamento da produção local.

O projeto GLÓRIA – O CINEMA NO GUERRA PEIXE pretende exibir e dar visibilidade a produções audiovisuais indicadas e vencedoras na categoria Audiovisual do Prêmio Maestro Guerra Peixe de Cultura, incentivando e reconhecendo os trabalhos realizados ao longo da última década.

O maestro Guerra Peixe tem sua história íntima ligada ao Cinema em Petrópolis. Na juventude, integrou a orquestra do Cine Glória, localizado no Bosque do Imperador até a década de 1930, executando a trilha sonora dos filmes mudos. Nos anos 1940, compõe a trilha do filme “No me digas adios”, uma co produção Brasil Argentina ambientada no Palácio Quitandinha.

Gravado na história cultural da cidade, seu nome abrilhanta importante premiação local, contemplando a cada ano os trabalhos que mais se destacam nos diversos segmentos culturais. Desde então, a categoria Audiovisual do Prêmio Maestro Guerra Peixe de Cultura revela diretores, produtoras e artistas da imagem e som, que produzem na cidade e/ou a partir da cidade.

Através de sessões online, disponibilizaremos 11 obras audiovisuais produzidas entre 2011 e 2019 de forma a ajudar a compor o imaginário petropolitano mostrado nas e através das obras.

Este projeto foi selecionado no Edital de Seleção de Projetos Artísticos Culturais, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, Petrópolis- RJ.

Serviço:

Glória – O Cinema no Guerra Peixe

16, 19 e 20 de março de 2021, às 22h

Transmissão no YouTube: bit.ly/cinema360graus


PROGRAMAÇÃO COMPLETA

16/03/2021- 22h- SESSÃO DE ABERTURA
“Riscado” de Gustavo Pizzi, 85’, 2011. VENCED0R 2012
Bianca é uma excelente atriz cuja carreira ainda não deslanchou. Para se manter, ela imita divas do cinema e trabalha como promotora de eventos. Sua sorte parece mudar quando Bianca faz uma audição e consegue o papel principal de uma grande produção internacional. Inspirado por sua personalidade e seu trabalho, o diretor do longa-metragem resolve transformar a protagonista em uma versão da própria Bianca. O filme aborda assuntos como talento, esperança e destino.


19/03/2021-22h- SESSÃ0 1
“Hooji” de Marcello Quintella e Boynard, ficção, 17’40”, 2012. VENCEDOR 2013.
O dia de uma viúva preparando a celebração budista pela alma de seu marido – o “hooji”. Ela espera por seu casal de filhos, até que um misterioso telefonema muda tudo. Um conto sobre saudade, solidão e esperança. Livremente inspirado no haicai da morte do poeta japonês Umezawa Bokusui (1875-1914).

“O Acre em uma mesa de negociação” de Thiago Gomide, 14’53”, documentário, 2013. VENCEDOR 2014.
Os detalhes do acordo diplomático envolvendo o Brasil e a Bolívia, que originou a criação do território do Acre. A história, que envolve guerras, seringueiros, exércitos, corpos diplomáticos de ambos os países, teve fim no dia 17 de novembro de 1903, com a assinatura do Tratado de Petrópolis. Personagens como Rio Branco, Assis Brasil, Plácido de Castro e Claudio Pinilla estão envolvidos nessa trama.

“Petrópolis de todos os tempos”, de Marcus Vinicius Freitas, videomapping, 12’55”, 2014. VENCEDOR 2015.
O vídeo mapping é uma técnica de projeções em 3D, executada com equipamento especial de última geração, que produz efeitos diferenciados de imagem e áudio. Com mais de 20 projeções realizadas, o roteiro propôs uma fantasia atemporal, uma aventura imaginária do mordomo Paulo Barbosa acompanhando o jovem Pedro II, numa viagem a Petrópolis dos dias de hoje. O jovem imperador se surpreende com as informações de Paulo Barbosa e com a eternização de sua imagem em nossa cidade.

“SoMa Virtual Reality Glasses” de Gregori Bastos, publicidade, 03’40”, 2019. VENCEDOR 2016.
E se fosse fácil ter locais ótimos para a prática do skate a qualquer momento? Em um presente alternativo um skatista frustrado com as opções que tinha para andar de skate na sua cidade descobre que uma loja local tinha a solução ideal para os seus problemas.


“Ordenha” de Diana Iliescu, ficção, 12’16”, 2016. VENCEDORA 2017.
Jovem garota prefere se alimentar de produtos cosméticos ao invés de viver uma ardente paixão. Ou Ordenha, os leites que alimentam uma mulher.



“Zikomo Zâmbia África” de Ricardo Braun, 30’, documentário, 2017. VENCEDOR 2018.
O modus vivendis ecológico de Naboye, uma comunidade no interior de Kafue. A dramática arena de vida selvagem do Parque Nacional de Mosi-oa-Tunya, incluindo as esplendorosas Cataratas de Victoria Falls no rio Zambeze, localizado entre a Zâmbia e o Zimbábue. E por fim a Reunião Internacional de Co-Design Summit realizada em Kafue e Naboye, que reuniu um grupo de designers, empresários e inovadores de diferentes países que trabalharam juntos na busca de soluções para nutrição infantil, saneamento, gestão da água, educação, manejo de pragas e produtos agregados de manga.



20/03/2021-22h-SESSÃ0 2
“Halloween” de Dali e Gregori Bastos, vídeoclipe, 3”, 2019. INDICAD0 2020.
O clipe Halloween foi o primeiro desabafo de Dalí sobre o falecimento de sua irmã, Flora Müller, onde o artista buscou falar sobre isso sem que a motivação ficasse perceptível ao público desavisado. O clipe teve a participação do Pai do Dalí, Xykon, que atuou como o velho comendo macarrão. É uma co-relação da realidade e da ficção, sugerindo que a realidade é mais cruel que o cinema.

“Guarany- Eu sou o menino do Cinema Paradiso de Aline Castella”, documentário, 16’, 2019. INDICADA 2020.
A história de Jacy Guarany pelas lentes de memória de seu filho Gilberto. De mecânico de aviões a produtor. De professor de Física a DJ. Arte e tecnologia costurando laços profundos na formação da cultura fluminense.

“Nos Jardins do Museu Imperial de Beatriz Galvão”, documentário, 64”, 2019. INDICADA 2020.
O filme investiga e narra a história do Jardim do Imperador através das memórias de seus frequentadores, desde os ilustres moradores do Palácio Imperial do século XIX, às pessoas comuns.

“Rolezinho da Liberdade” de Lorran Kasesky, documentário, 08’32”, 2017. VENCED0R 2020.
O filme aborda a realidade do movimento de ocupação da Praça da Liberdade, trazendo à tona a discussão do espaço público e a segregação socioespacial.

Fonte: Ascom Mostra

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