Alegando perda salarial acumulada de 14%, os professores foram para as ruas do centro de Petrópolis nesta sexta-feira (27) para cobrar das autoridades algumas soluções.

Além do reajuste salarial, que não ocorre há três anos, os manifestantes reivindicam o descongelamento do PCCS (Planos de Cargos, Carreiras e Salários), o enquadramento por formação e por tempo de serviço, a atualização dos pagamentos do triênio, a adoção de carga horária de 30 horas para os funcionários da educação, pedem o cumprimento da lei do 1/3 (planejamento pedagógico) e ainda a chamada dos concursados de 2015 para suprir carência na rede.

O Sepe, Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, anunciou estado de greve após o anúncio do município de que não tem condições financeiras para conceder reajuste salarial a categoria pelo segundo ano consecutivo. Nesta sexta-feira, uma assembleia foi aberta ao público no centro da cidade, para discutir as próximas decisões da categoria. Uma das decisões a ser tomada é sobre a entrada de estado de greve.