A demora no atendimento do Pronto Socorro Leônidas Sampaio, do Alto da Serra, tem dificultado a vida de quem depende da saúde do Município. Regina Célia Lyrio, de 57 anos, aguardou mais de duas horas por um atendimento na manhã desta segunda-feira (26). De acordo com sua filha, um outro paciente idoso, que aguardava atendimento, esperou por mais de seis horas para ser atendido. Um terceiro paciente também entrou em contato reclamando da demora. Ele informou que a unidade de saúde não estava muito cheia, o que poderia justificar a espera, porém, ele suspeita que a adoção do Sistema de Classificação de Risco, o mesmo usado pelas UPAs, pode ter causado a demora.

Em nota, a Secretaria de Saúde confirmou a adoção recente do Sistema de Classificação de Risco pela unidade de saúde, e justifica que a causa da demora nos atendimentos foi o elevado número de pacientes, contrariando a informação passada pelo nosso seguidor de que a unidade não estaria muito cheia. “Foi implantado no Pronto Socorro Leônidas Sampaio, do Alto da Serra o sistema de atendimento por classificação de risco. A mudança segue as orientações do Ministério da Saúde.  Há 15 dias a unidade tem funcionado desta forma. Os pacientes passam por triagem e atendidos conforme a classificação de risco, não sendo mais feito por ordem de chegada. Nesta segunda-feira a unidade registrou um número de atendimentos mais elevado que a média diária e um dos médico precisou acompanhar uma paciente que foi transferida para realizar exames no Hospital Alcides Carneiro“, diz a nota.

Crédito da foto: Giro Serra