Luciano Mattos é nomeado novo procurador-geral de Justiça do Estado

Luciano Oliveira Mattos de Souza tomará posse em sessão solene do Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça no dia 15 de janeiro, às 10h, na sede do MP-RJ, no centro do Rio.

O governador em exercício Claudio Castro decidiu, na noite desta quarta-feira (6), nomear Luciano Mattos como o novo procurador-geral de Justiça do estado do Rio de Janeiro. A decisão será publicada hoje em edição extra do Diário Oficial.

“Tenho certeza que o novo procurador-geral assumirá o compromisso de bem servir e defender os interesses da sociedade fluminense. Desejo sucesso na missão e confio que ele reúne todas condições de fazer um excelente trabalho à frente do Ministério Público estadual”, afirmou o governador.

Luciano Oliveira Mattos de Souza tomará posse em sessão solene do Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça no dia 15 de janeiro, às 10h, na sede do MP-RJ, no centro do Rio.

Em seu Twitter, o governador disse que recebeu nos últimos dias os três integrantes da lista tríplice e decidiu pela nomeação de Luciano Mattos, “nome mais votado entre seus pares”. Cláudio Castro também elogiou o processo eletivo conduzido pelo atual PGJ, Eduardo Gussem, “que realizou excelente trabalho à frente do MP-RJ” e desejou ao novo chefe do órgão “sucesso na sua missão”.

“Agradeço aos membros do MP-RJ, promotores e procuradores de Justiça, pela vitória na eleição. Agradeço ao governador pela nomeação. Agora é aguardar a posse no próximo dia 15 e implementar as propostas que apresentei para fortalecer o MP-RJ na defesa da sociedade e na melhoria da qualidade de vida da população do nosso estado”, afirmou Luciano Souza.

Com 25 anos de atuação no MP-RJ, Luciano Mattos de Souza ingressou na instituição em 1995. Acumulou experiência como titular nas promotorias de Justiça em São João da Barra e Cabo Frio e na Central de Inquéritos, até assumir a promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente de Niterói. Foi presidente da Associação do Ministério Público por seis anos, sendo reeleito duas vezes pela classe.

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