Jovens se fantasiam e oferecem picolés para crianças em abrigo do Morin, em Petrópolis

A ação foi realizada na Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória, onde diversas pessoas estão abrigadas após as chuvas.
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Por: Samuel Freitas

O temporal que atingiu Petrópolis no dia 15 de fevereiro deixou muitas vítimas fatais, pessoas feridas e desabrigadas. Mas como em qualquer outra tragédia, a solidariedade mais uma vez mostrou sua força. E um, dos vários exemplos que tivemos na cidade, foi o que os jovens Caio Freitas, de 23 anos e Luiz Fernando Rizzo, de 22, fizeram nessa sexta-feira (04), na Escola Paroquial Nossa Senhora da Glória, no bairro Morin, onde diversas pessoas estão abrigadas após as chuvas.

A dupla se fantasiou de personagens infantis e levou um carrinho cheio de picolés para as cerca de mais de 20 crianças e adolescentes que estão no local. Para eles, a vontade de ajudar é algo que sempre os comoveu.

“Deus nos mostra que independente de qualquer situação, qualquer religião, temos que estar ajudando,” disse Caio. “E nesse momento tão difícil para essas pessoas que perderam tudo, conseguir tirar um sorriso do rosto deles é gratificante e nos mostra que estamos fazendo o melhor de nós,” complementou Luiz Fernando.

Os dois se mostraram muito impressionados com a força daquelas pessoas que perderam suas casas e até entes queridos. De acordo com eles, a esperança de dias melhores e um novo recomeço, é algo muito bonito de se ver, principalmente neste momento.

Para os jovens, a missão de tentar levar alegria para indivíduos que estão passando por um dos piores momentos de suas vidas, também não é algo fácil. Porém através de sua solidariedade, eles tiram motivação para concluir o objetivo.

“A maior motivação vem do pensamento no próximo, ‘se eu estivesse no lugar dele’. E tentamos assim passar um pouco de alegria pra quem está passando por dias difíceis e tentar levar um pouquinho de esperança a todas as pessoas que estavam lá,” disse a dupla.

Caio e Luiz Fernando ainda foram surpreendidos naquela sexta-feira, pois aquele era o dia de aniversário de 5 anos de uma das meninas que estava lá. Mesmo com o abrigo já tendo preparado uma festa para ela, os dois também levaram guloseimas e brigadeiro para deixar a data um pouco mais feliz.

Os jovens pretendem repetir a atividade em outros pontos de abrigo da cidade. Segundo eles, mostrar apoio para as vítimas da tragédia, é o mínimo a se fazer, visto que além de lidar com a dor da perda, essas pessoas ainda lutam para conseguir um recomeço em suas vidas.

“Temos que estar ajudando uns aos outros e amar ao próximo,” finalizaram.

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