Jornada excessiva de trabalho mata 745 mil pessoas por ano, segundo estudo

O Brasil está na faixa de países que têm até 4% da população exposta a longas jornadas de trabalho (55 horas ou mais por semana). Isso coloca o país entre os menos afetados por jornadas exaustivas no mundo.
Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), jornadas excessivas de trabalho estão matando milhares de pessoas por ano. O primeiro estudo global do tipo revela que 745 mil pessoas morreram em 2016 de derrame e doenças cardíacas causadas por longas horas de trabalho.

O relatório mostra que as pessoas residentes no Sudeste Asiático e no Pacífico Ocidental são as mais afetadas por esse problema. A OMS ainda avalia que a tendência pode piorar devido à pandemia de Covid-19.

O Brasil está na faixa de países que têm até 4% da população exposta a longas jornadas de trabalho (55 horas ou mais por semana). Isso coloca o país entre os menos afetados por jornadas exaustivas no mundo. Nos países onde o problema é mais grave, o percentual chega a 33% da população.

A pesquisa aponta que trabalhar 55 horas ou mais por semana está associado a um risco 35% maior de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 17% maior de morrer de doença cardíaca, quando se compara a uma semana de 35 a 40 horas de trabalho.

O estudo também mostrou que quase três quartos dos que morreram em consequência de longas jornadas de trabalho eram homens de meia-idade ou mais velhos.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter

veja também

Comentários estão fechados.