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Jogos e desafios on-line põe em risco a vida de crianças e adolescentes

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A febre do jogo da baleia azul chamou a atenção para os perigos que viralizam na internet

Mais de 24 milhões de crianças e adolescentes têm acesso à internet no Brasil e 77% deles assistem a vídeos online, segundo dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Assíduos frequentadores das  redes sociais, os pequenos muitas vezem navegam desassistidos pelos seus pais e acabam se tornando vítimas de abusos, ou participando de jogos perigosos que põe suas vidas em risco.

Depois do fenômeno da “Baleia azul”, um jogo virtual que propunha uma série de “atividades” até o objetivo final que poderia levar o participante a acabar com a própria vida, vários outros jogos e desafios tomaram conta da internet, deixando pais, responsáveis e autoridades alertas.

Bruno Palazzo Nazzar, médico psiquiatra e professor permanente da Pós Graduação em Psiquiatria do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, explica que é necessária uma conscientização do uso da internet por parte das crianças. “Isso implica um comprometimento por parte dos pais em sentar e conversar com as crianças, desde cedo. Alguns jovens já conhecem os riscos e adotam comportamentos mais seguros na hora de usar a internet, mas esses mesmos jovens ainda não sabem como usar a rede de maneira saudável para o desenvolvimento pessoal e acadêmico”, explica.

Jogo baseado em filme do Netflix já preocupa os especialistas em 2019

Em janeiro deste ano, a Polícia Federal, em Pernambuco, divulgou um alerta para pais e responsáveis a respeito de um novo jogo perigoso para crianças e adolescentes que está circulando nas redes sociais. Trata-se do ‘Desafio Bird Box’ ou ‘Desafio Caixa de Pássaros’, que já viralizou na Internet. Nos vídeos postados, diversos internautas aparecem tentando realizar tarefas cotidianas com os olhos vendados, como se vivessem no mundo fictício do filme .”O desafio consiste em fazer tarefas e/ou missões com os olhos vendados como os personagens do filme”, explicou o assessor de Comunicação Social da PF.

Para o Dr Bruno, a prevenção começa respeitando a idade mínima de acesso às redes sociais (16 anos para WhatsApp e 13 anos para Facebook, por exemplo). O psiquiatra sugere, ainda, que pais e responsáveis acompanhem a vida online das crianças assim como ocorre com a vida offline.

Página do Dr. Bruno: https://web.facebook.com/DrBrunoNazar/

Crédito da foto: Reprodução da internet

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