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Índices de chuvas e de queimadas da Amazônia são os mais altos dos últimos 4 anos

A Amazônia teve mais chuvas, mais queimadas e mais alertas de desmatamento entre janeiro e agosto em 2019 do que o registrado no bioma desde 2016.

Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Após a alta das queimadas afetar a rotina de São Paulo ao relacionar as queimadas na Amazônia.

“Tempo seco, vento e calor fizeram com que os incêndios aumentassem muito em todo o País. Os brigadistas do ICMBIO e IBAMA, equipamentos e aeronaves estão integralmente à disposição dos Estados e já em uso”, escreveu Salles.

Especialistas apontam que os índices pluviométricos não permitem apontar relação entre tempo seco e focos de fogo no bioma, além de afirmarem que a dinâmica das queimadas na Amazônia tem relação direta com a ação humana e o desmatamento.

  • Chuva acumulada – 11,68% acima da média registrada no período analisado: em 2019 foram 219,95 mm em média para a região da Amazônia, enquanto a média de 2016 a 2019 era de 196,94 mm – um pouco abaixo da média histórica entre 1981 e 2010 na região, que é de 204,73 mm.
  • Alertas de desmatamento – 55% de aumento em relação à média do período 2016-2019: de janeiro a agosto de 2019 a área sob alerta somou 6,1 mil km², enquanto que em 2018 a área foi de 3,3 mil km².
  • Queimadas – 34% acima da média do período: foram 46,8 mil focos de incêndio até agosto de 2019, enquanto a média de 2016 a 2019 é de 34,9 mil

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