Foto: Divulgação

Ilhas de segurança | Prefeitura inicia instalação das placas na região da Coronel Veiga

Motoristas são informados sobre pontos seguros em caso de possibilidade de inundação
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A Prefeitura iniciou, nesta quinta-feira (8), a instalação das placas de sinalização das ilhas de segurança no corredor da Rua Coronel Veiga. Com isso, os motoristas serão orientados sobre quais são as áreas seguras em caso de inundações, e sobre a necessidade de permanecer nestes locais até a água baixar.

O prefeito Rubens Bomtempo destacou que o Plano de Contingência prevê uma série de medidas para ampliar a prevenção aos desastres. “A instalação de ilhas de segurança, cancelas eletrônicas e sirenes têm o objetivo de criar uma nova camada de proteção. Isso se soma à maior dragagem da história da cidade, que é realizada em sete pontos simultâneos hoje; à limpeza e instalação de retentores nos bueiros; e a comunicação direta entre a Defesa Civil e as comunidades, com o fortalecimento dos Nudecs”, disse.

O secretário de Proteção e Defesa Civil, Gil Kempers, lembrou que as equipes técnicas estiveram em campo para fazer as últimas adequações do projeto, que inclui outras medidas. “Além da sinalização vertical, o asfalto está sendo revisado nos locais mapeados para a sinalização horizontal, que está prevista para os próximos dias”, disse.

O protocolo de inundações

A medida é parte do Protocolo de Inundações, criado pela Defesa Civil e contido no Plano de Contingência para o verão 2022/2023. O documento também prevê sinalização horizontal sobre as ilhas e instalação de cancelas eletrônicas em três pontos: Ponte Fones, Duas Pontes e o entroncamento entre as ruas Washington Luiz e Rocha Cardoso, na altura da UPA. As cancelas – que serão instaladas nos próximos dias – e um sistema de sirenes – já instalado – serão acionados no caso de previsão de inundação no corredor do Rio Quitandinha.

O acionamento das sirenes e das cancelas é feito a partir do monitoramento das câmeras do Cimop e de análise sobre os acumulados pluviométricos na cabeceira do Rio Quitandinha, a partir de estudo feito pela equipe técnica da Defesa Civil.

Outras ações

Com o objetivo de fortalecer as políticas públicas para o setor, a Prefeitura criou o Conselho Municipal de Defesa Civil neste ano. Entre as atribuições do conselho será decidir o uso dos recursos do Fundo Municipal de Defesa Civil – regulamentado pela Prefeitura também neste ano.

Para todo o ano de 2022, a gestão anterior do município definiu um orçamento de cerca de R$ 200 mil para a Secretaria de Defesa Civil. Já para 2023, a atual gestão está orçando, somente para o Fundo de Defesa Civil, R$ 1,5 milhão – recursos que terão uso decidido pelo Conselho Municipal de Defesa Civil.

O fortalecimento dos Nudecs também é prioritário para o município. Treze Núcleos Comunitários de Defesa Civil foram ativados – agora, são 21 em funcionamento, atendendo a 72 regiões.

Obras

Além destas medidas, a Prefeitura chegou à marca de 100 obras de resposta às chuvas de fevereiro e março. Desse total, são 43 já concluídas, 10 em andamento, 19 já contratadas e 28 já autorizadas. As 43 já concluídas tiveram como foco o restabelecimento da cidade, devolvendo a mobilidade nos principais corredores e vias de Petrópolis. Com a liberação dos recursos da linha de crédito obtida junto à Caixa Econômica Federal, o foco agora está nos principais pontos dos desastres do início do ano: Morro da Oficina e Vila Felipe. Para lá, as intervenções serão complexas e de grande porte.

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