Hugo Leal pede prioridade para obra da União e Indústria

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O deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ) reuniu-se na última quarta-feira (06) com o diretor geral interino do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Halpher Luiggi, em Brasília, para falar sobre a obra na Estrada União e Indústria no trecho entre Retiro e Pedro do Rio. O deputado reafirmou a necessidade de se incorporar na obra o conjunto de intervenções solicitadas para melhoria da trafegabilidade e segurança dos usuários da via, assim como de mobilidade urbana.  O projeto atual, que deverá ser licitado até o fim de 2018, não prevê as alterações necessárias para solucionar as retenções em locais alguns críticos e perigosos como o Carangola e Corrêas.

Na ocasião, Hugo Leal entregou um estudo conceitual, a pedido da NovAmosanta, que trata sobre a duplicação de cinco pontes ao longo da União e Indústria. O estudo aponta a necessidade de obras também nestas pontes de acesso à estrada. Durante a reunião, o deputado reforçou ainda a necessidade de prioridade no andamento do processo, já que a obra é esperada há anos, e ainda alvo de ação civil pública que está completando 10 anos.

“É importantíssimo que a tão esperada obra da União e Indústria contemple as intervenções necessárias para a fluidez no trânsito, tão caótico na principal via de ligação do Centro de Petrópolis aos distritos. No projeto atual, constam o recapeamento do asfalto, drenagem, sinalização e pequenas intervenções. Não insere a via em ambiente urbano. O pedido para as obras de melhorias nos trechos de intercessões com localidades como Roseiral, Carangola, Corrêas e Nogueira, por exemplo, consta em decisão judicial, inclusive”, disse Hugo Leal.

A ação civil pública para que a União se responsabilizasse pela recuperação da Estrada União e Indústria foi movida em 2008. Em 2016, uma decisão da 2ª Vara Federal, intimou o Dnit a readequar o projeto, com as proposta de viabilidade contemplando os trechos críticos conforme a prefeitura já havia solicitado em 2014. Em 2017, a procuradora Vanessa Seguezzi, do Ministério Público Federal, requisitou informações sobre o andamento do processo licitatório e também a inclusão dessas intervenções.

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