Foto: REUTERS

Há 5 anos, a aeronave com a delegação da Chapecoense caía, deixando 71 mortos

O lateral Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Follmannm, que teve que amputar uma perna, foram os únicos atletas que sobreviveram.
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Por: Samuel Freitas

Há 5 anos, uma tragédia marcou o futebol mundial e principalmente o brasileiro. O avião que transportava a delegação da Chapecoense até a Colômbia, para o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana de 2016, contra o Atlético Nacional, fez um pouso forçado, na região de Antióquia, deixando 71 vítimas e somente seis sobreviventes.

O grupo saiu de Guarulhos para a Bolívia em voo comercial com 72 passageiros e nove tripulantes. Depois de fazer escala técnica, deixou Santa Cruz de La Sierra em direção a Medellín. Enquanto sobrevoava as cidades colombianas de La Ceja e Abejorral, a aeronave perdeu contato com a torre de controle do aeroporto José Maria Córdova e poucos minutos depois, caiu.

O lateral Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Follmannm, que teve que amputar uma perna, foram os únicos atletas que sobreviveram. Além deles, também saíram com vida, o jornalista Rafael Henzel – que morreu em 2019, após sofre um infarto fulminante, enquanto jogava futebol – e os dois integrantes da tripulação: Ximena Suárez e Erwin Tumiri.

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