Fotojornalista Lilo Clareto morre aos 61 anos em Sp, vítima da Covid-19

Lilo Clareto ganhou destaque nacional trabalhando no jornal Estado de São Paulo e a revista Época
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O fotojornalista Lilo Clareto, de 61 anos, morreu nesta quarta-feira (21) em São Paulo por complicações geradas pela Covid-19. Lilo era conhecido na grande imprensa por trabalhos de denúncia de violações de direitos humanos e crimes ambientais na região amazônica.

Nascido em Passos, Minas Gerais, ele se mudou em 2017 para Altamira, no Pará, para trabalhar com as comunidades ribeirinhas e indígenas. Diagnosticado com a Covid-19 em 04 de março, Clareto estava internado há mais de um mês para tratar a doença.

Em 21 de março, já entubado, o fotógrafo foi transferido do Hospital Regional Público da Transamazônica, no Pará, para São Paulo. Por falta de vagas no sistema pública da cidade, ele foi internado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz e contou com uma vaquinha online dos amigos para pagar as despesas da internação.

Com passagens pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’ e a revista Época, a família e os amigos do fotógrafo também fizeram um leilão público das fotos mais marcantes da carreira dele, para cobrir as despesas médicas através do perfil no Instagram com o nome @respiralilo.

No mesmo perfil, a família publicou nesta quarta (21) um comunicando informando a morte do fotógrafo e disse que a “obra de Lilo continuará viva pra sempre”.

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