Há alguns anos, os carros elétricos já estão no mercado de consumo, alguns países como China e Inglaterra esperam chegar ao ano de 2040 com toda a sua frota veicular, movida a eletricidade através de baterias e motores híbridos que são mais eficientes e menos poluentes.

A partir de 2014, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), juntamente a fabricantes como Audi e Renault criaram a Fórmula E, competição com monopostos semelhantes a Fórmula 1, mas que eram movidos a motores elétricos, sendo a prova inaugural no dia 13 de setembro de 2014, em Pequim na China, o primeiro vencedor de corrida nesta categoria foi o piloto brasileiro Lucas di Grassi, correndo com um Audi ABT, primeira equipe a vencer uma prova na competição.

O pioneirismo brasileiro não se resumiu apenas a vencer a primeira corrida da categoria, Nelson Piquet Jr., filho do tricampeão mundial de F1, Nelson Piquet, foi o piloto campeão da temporada inaugural da F-E, pela equipe China Racing, o vice-campeão foi o suíço Sebastian Buemi.

Outro brasileiro que levantou troféu foi Lucas di Grassi, que venceu a última temporada iniciada no ano de 2016 e encerrada no ano de 2017, o piloto defende o título na temporada 2017-18, das três edições apenas em 2015-16 um brasileiro não levou o troféu, que ficou com Sebastian Buemi da e-Dams Renault.

Todas as provas da categoria são disputadas em circuítos de rua, apesar do Brasil ter vencido com seus pilotos dois dos três campeonatos, nunca ocorreu uma prova no país, especulou-se as cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Florianópolis para receber uma etapa, entretanto a crise financeira atrapalhou os planos dos organizadores que no continente realizam sua prova no Uruguai para um grande público, a pista mais famosa da categoria é o tradicional circuito de Monte Carlo, no principado de Mônaco.

(imagem retirada do site Sky Sports)