Foto: Reprodução / Águas Petrópolis Paulista

Estudo mostra que Petrópolis não desperdiça água

Os números são de um estudo inédito do Instituto Trata Brasil, feito a partir de dados públicos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019.
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Enquanto o Brasil desperdiça, em média, 39,2% de toda a água potável que é distribuída, o suficiente para abastecer mais de 63 milhões de brasileiros em um ano (com uma tendência de aumento desse número para os próximos anos), Petrópolis possui uma média linear baixa, com 22,04% de perdas de água na distribuição. Os números são de um estudo inédito do Instituto Trata Brasil, feito a partir de dados públicos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019.

Petrópolis está em 1º lugar entre os municípios do estado do Rio de Janeiro em relação ao índice de perdas e se encontra entre as dez melhores cidades brasileiras, ocupando a 7ª posição nacional. Já em relação ao índice de perdas por ligação, a cidade possui uma perda de 130,89 litros por dia, bem abaixo do padrão estabelecido, de 216 litros.

Os números evidenciam as ações realizadas por Águas do Imperador no combate à perda, mantendo a cidade sempre abaixo da média nacional. Para isso, a concessionária investiu, entre 2015 e 2019, uma média anual de R$ 950 mil.

Com a implantação do Programa Água de Valor, em 2018, a concessionária intensificou as ações de combate e redução de perdas. Em 2019, foi atualizada a Modelagem Hidráulica do Sistema de Abastecimento de Água de Petrópolis, que norteou a implantação de Macromedidores – equipamento capaz de medir grandes vazões, que é colocado em todas as Estações de Tratamento de Água (ETAs) e em pontos estratégicos das redes, criando os chamados DMCs (Distrito de Medição e Controle). Com a implantação dos DMCs, é possível estabelecer o gerenciamento das pressões e vazões em áreas de menor abrangência, facilitando o controle. Caso ocorra aumento no índice de perdas de um determinado setor (DMC), a concessionária utiliza tecnologias específicas para pesquisa de vazamentos não visíveis, como o Fluid, que é um aplicativo instalado em celulares e possui inteligência artificial capaz de que detectar diferentes sons na rede, identificando, por meio de uma haste colocada nos hidrômetros durante 30 segundos, onde há vazamentos. Todas as ligações do setor em questão são verificadas, efetivando o controle das perdas no sistema.

“Com os investimentos na estruturação do programa padronizado, o Água de Valor, definimos as prioridades, alcançamos ganhos e, a todo instante, vamos aprendendo a revisar as ações no combate a essa tendência nacional de elevação”, comenta o diretor de Águas do Imperador, Marcio Salles Gomes.

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