Estudo mostra presença digital das ONGs no Brasil

Levantamento realizado pela Trackmob, empresa de inteligência de doação para o terceiro setor, avaliou 4.930 ONGs que possuem páginas no Instagram.
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A Trackmob, empresa especializada em inteligência de doação para o terceiro setor, realizou um estudo sobre a presença digital das organizações do terceiro setor no País. A pesquisa avaliou 4.930 ONGs brasileiras que possuem perfil no Instagram. Destas, apenas 4% têm mais que 50 mil seguidores. Cerca de 13% contam com um perfil na rede entre 10 e 50 mil seguidores e 21%, entre 2mil e 5 mil. A grande maioria das ONGs brasileiras avaliadas, 50%, ainda possuem uma presença digital modesta, com menos de 2 mil seguidores.

Segundo a startup, a análise foi feita para entender a participação das ONGs no mundo digital, principalmente nas redes sociais, para, a partir daí, ajudar a potencializar os canais e auxiliar na captação de recursos no mundo virtual.
“A presença digital é de extrema importância hoje para as instituições do terceiro setor e o Instagram tem se destacado como principal rede para dar visibilidade para as ações das ONGs. Quem está bem-posicionado nesta rede, tem mais chances de mostrar seu trabalho e atrair apoiadores para sua causa”, explica Jonas Araujo, CEO da Trackmob. “Ficamos feliz em disponibilizar nossa plataforma hoje para 13% das organizações com mais de 50 mil seguidores no Instagram e 8% para as que possuem entre 10 mil e 50 mil seguidores. Nossa meta é aumentar nossa marketshare nesta última faixa de 8% para 20%”, reforça o executivo.

Existem bons exemplos de atuação das ONGs nas redes sociais e internet, como a Fraternidade Sem Fronteiras, organização que atua diretamente em várias regiões no continente africano e no Brasil, amparando prioritariamente crianças e jovens em situação de vulnerabilidade ou risco social. No Instagram, a instituição conta com mais de 500 mil seguidores, o que reflete uma força digital elevada e que pode ser usada para atrair novos doadores, voluntários e simpatizantes da causa.

A ONG Aldeias Infantis, organização humanitária internacional que atua no cuidado e direito à criança, também é outro exemplo de boa atuação nas redes sociais. Com quase 75 mil seguidores na página brasileira do Instagram, a entidade utiliza a plataforma para mostrar os trabalhos realizados, os resultados alcançados e para promover ações para engajar seus seguidores.

“É importante ressaltar que as ONGs devem começar a se posicionar nas redes independentemente do tamanho da organização. Com 100 mil seguidores ou com 100 as instituições fazem um excelente trabalho para a sociedade. A internet e as redes sociais devem ser utilizadas para ajudar a impactar positivamente ainda mais pessoas”, finaliza o CEO da Trackmob.

Fonte: Divulgação

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