Em virtude das eleições presidenciais que ocorre entre os dias 7 de outubro (1º turno) e 28 de outubro (2º turno), o governo decidiu adiar o início do horário de verão para a semana seguinte da decisão final, domingo, 4 de novembro.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) justificou o pedido de adiamento para não prejudicar a apuração dos votos em cidades que tem o fuso horário diferente, como por exemplo o Acre, que só tem suas urnas fechadas três horas após as demais regiões que são beneficiadas com o recurso. Como de costume, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, são as únicas que terão o relógio adiantado em uma hora.

Uma das idéias do atual presidente do país, Michel Temer, de extinguir o horário, não foi aceita. O Ministério das Minas e Energia havia realizado um estudo que aponta que os picos de energia tem acontecido justamente nos períodos de maiores temperaturas, quando o uso de chuveiros elétricos e ar-condicionados aumentam, ocasionando uma menor economia por conta do horário.

Os relógios voltam ao normal no dia 17 de fevereiro de 2019.

Por: Gabriel Malheiros