Em ano eleitoral, mercado fica aquecido para profissionais da Ciência Política

Categoria que lutava há mais de 30 anos pela regulamentação da profissão de lobista, conseguiu neste ano que o Ministério do Trabalho e Emprego antedesse pela profissionalização. Cada vez mais pessoas estão se especializando no setor de política e relações governamentais, levando um tom mais profissional ao cenário político brasileiro.

  • Três fatores impulsionaram esse mercado na segunda década deste século: a grande intervenção do Estado na sociedade e na economia, a Lei Anticorrupção e a Operação Lava Jato – disse Audren Azolin, professora do curso de Ciência Política e pesquisadora da área.

Audren justificou essa afirmativa dizendo que “o mercado tem apresentado alto crescimento nos últimos cinco anos devido à exigência de ética, transparência e especialização nas relações entre governo e o setor privado.”

Para Andrea Benetti, coordenadora do curso de Ciência Política do Centro Universitário Internacional Uninter, é preciso combater a ideia de que ‘política não é profissão’, pois esse pensamento coopera com o alastramento de práticas corruptas na governabilidade.

A mudança na regulamentação é ponto positivo, já que profissionaliza um dos setores mais importantes da vida social do país, ao instituir regras e punições para condutas antiéticas.

Por: Gabriel Malheiros

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